Especialista acredita que a pressão torna condutores irritados e agressivos.
Em Goiânia, um motorista atropelou e matou um motociclista após colisão.
Com o crescimento avançado dos grandes centros urbanos,
consequentemente há um aumento de veículos nas ruas e, com ele a falta
de paciência e discussões acontecem diariamente entre os condutores. De
acordo com a psiquiatra Aline Kárita dos Santos, o estresse emocional
pode ser um grande vilão para esse tipo de desequilíbrio emocional.
“Para os motoristas e motociclistas, o trânsito acaba transmitindo uma
sensação de perda de tempo. Com isso, aumenta a pressão que os tornam
irritados e agressivos”, explica.
A especialista acredita que ao entrar em um veículo o motorista tem reações que possivelmente não teria fora dele. “O veículo se torna um símbolo de poder causando uma situação de competição entre os motoristas. Além disso, quando eles estão dentro do carro se sentem anônimos e realizam atitudes que possivelmente não realizariam em público”, ressalta.
Somente nos últimos três meses, o G1 noticiou quatro casos envolvendo desentendimentos entre condutores na Região Metropolitana de Goiânia. Em um deles, o motorista de uma caminhonete arremessou um extintor de incêndio no para-brisa de um ônibus do transporte coletivo, após uma discussão. Já em outra situação parecida, um motociclista, que estava sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quebrou o para-brisa de outro ônibus público.
Em novembro de 2012, o delegado-adjunto da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), Alexandre Meinberg, chegou a ser detido suspeito de ameaçar um motorista que teria cochado o veículo no retrovisor do carro dele. De acordo com o delegado, o condutor teria causado a situação. “Depois que houve a batida, ele veio atrás de mim piscando os faróis, eu já ia parar para ver, mas ele veio me injuriando e eu desci com a arma”, declarou.
Morte
Há aproximadamente sete anos, o serralheiro Luís Sérgio, de 42 anos, foi morto após esbarrar a motocicleta dele no retrovisor do automóvel do advogado Silvio Martins, de 28 anos. De acordo com as testemunhas ouvidas na Delegacia de Homicídios, o motorista teria se irritado com a situação e atropelado o motociclista. Após o atropelamento, ele passou com a roda do carro sobre a cabeça da vítima.
A especialista acredita que ao entrar em um veículo o motorista tem reações que possivelmente não teria fora dele. “O veículo se torna um símbolo de poder causando uma situação de competição entre os motoristas. Além disso, quando eles estão dentro do carro se sentem anônimos e realizam atitudes que possivelmente não realizariam em público”, ressalta.
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Casos Somente nos últimos três meses, o G1 noticiou quatro casos envolvendo desentendimentos entre condutores na Região Metropolitana de Goiânia. Em um deles, o motorista de uma caminhonete arremessou um extintor de incêndio no para-brisa de um ônibus do transporte coletivo, após uma discussão. Já em outra situação parecida, um motociclista, que estava sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quebrou o para-brisa de outro ônibus público.
Em novembro de 2012, o delegado-adjunto da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), Alexandre Meinberg, chegou a ser detido suspeito de ameaçar um motorista que teria cochado o veículo no retrovisor do carro dele. De acordo com o delegado, o condutor teria causado a situação. “Depois que houve a batida, ele veio atrás de mim piscando os faróis, eu já ia parar para ver, mas ele veio me injuriando e eu desci com a arma”, declarou.
Morte
Há aproximadamente sete anos, o serralheiro Luís Sérgio, de 42 anos, foi morto após esbarrar a motocicleta dele no retrovisor do automóvel do advogado Silvio Martins, de 28 anos. De acordo com as testemunhas ouvidas na Delegacia de Homicídios, o motorista teria se irritado com a situação e atropelado o motociclista. Após o atropelamento, ele passou com a roda do carro sobre a cabeça da vítima.

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