INTERPOL INVESTIGA DESAPARECIMENTO DE ESTUDANTE PARAENSE QUE SE CONVERTEU AO ISLAMISMO
A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) investiga o
sumiço de uma estudante paraense de 20 anos que se converteu ao
islamismo e deixou o Brasil sem avisar a família na manhã de terça-feira
(5).
Karina Ailyn Rayol Barbosa fez contato com os familiares pela última vez
às 13h15 da última segunda-feira (4). Ela havia se convertido ao islã
contra a vontade da família há dois anos.
Preocupados com o sumiço, os pais da jovem - que cursa Jornalismo na
Universidade Federal do Pará (UFPA) - procuraram a delegacia da Polícia
Federal no aeroporto de Belém e constataram que ela havia saído do país
pelo aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos, às 5h14 de
ontem.
Segundo a PF, Karina usou um passaporte verdadeiro, emitido no mês de
dezembro em Belém. O pai da jovem, Nerino Almeida, quer que a polícia
tenha acesso às imagens do circuito de segurança do aeroporto de
Guarulhos. Ele acredita que as imagens possam ajudar a descobrir o
paradeiro da estudante.
Como a jovem é maior de idade e aparentemente a viagem foi programada,
segundo a PF, o caso foi repassado à Interpol que investiga se a
estudante foi recrutada por alguma organização terrorista e para qual
país ela viajou. O sistema de tráfego de passageiros usado pela
imigração brasileira registra a entrada e saída de passageiros nos
aeroportos do país, no entanto, dados como o país de destino do viajante
não são capturados, de acordo com a assessoria de imprensa da Polícia
Federal no Pará.
A família de Karina diz que o comportamento da jovem mudou depois que
ela se converteu ao islamismo. Descrita pelo pai como estudiosa,
responsável e centrada, Karina ficou mais reservada após a conversão que
ocorreu depois que ela iniciou um curso de língua árabe na UFPA. 'Nossa
convivência era maravilhosa, mas ela se afastou de outros colegas e
primos. Ficou mais reservada e com o tempo precisou tomar medicamento
para depressão', contou o pai.
Segundo Nerino, a filha começou a frequentar o Centro Islâmico Cultural
do Pará, localizado no bairro da Campina, por influência de um professor
do curso de língua árabe. O pai credita o comportamento mais reservado à
nova religião. Além de ter ficado mais introspectiva, Karina trancou a
graduação em Jornalismo sem o conhecimento da família, fato só
descoberto após o sumiço dela. 'Ela saía de casa todos os dias como se
fosse para a faculdade. Por isso desconfiamos que ela estava sendo
aliciada nesse período em que estava sem estudar', afirma o pai.
Em nota a A Universidade Federal do Pará (UFPA) lamentou o aparente
desaparecimento da aluna do curso de Comunicação Social – habilitação
Jornalismo, Carina Raiol Barbosa, e esclareceu que ela não participou de
nenhum curso de língua árabe existente na instituição.
Segundo o professor Saif Mounssif, pesquisador da Faculdade de
Engenharia Naval da UFPA e imam do Centro Islâmico Cultural do Pará, a
estudante esteve, em 2014, em um curso de língua árabe oferecido pelo
Centro e, pouco tempo depois, manifestou o desejo de conversão à
religião muçulmana.
O pesquisador, porém, ressalta que o curso de idioma trata apenas do
ensino da língua árabe e da cultura a ela ligada, sem abordar questões
políticas ou religiosas em relação ao Estado Islâmico.
Ele também esclarece que a presença da jovem no Centro Islâmico Cultural
do Pará sempre ocorreu com o apoio e conhecimento materno e que a
Carina Barbosa deixou de frequentar o espaço em novembro de 2015. Desde
então, a instituição não possui informações sobre a universitária.
Moro tinha conhecimento de grampo de advogados, diz defesa
Advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins, que
defendem o ex-presidente Lula, responde a ofício da Procuradoria Geral
da República que acusa Lula de ter mudado número de telefone no CNPJ
"para levar a erro"; defesa sustenta que o juiz Sérgio Moro
"inequivocamente" sabia que o grampo era realizado no "principal ramal
do escritório Teixeira, Martins & Advogados", o que é ilegal; "Se
houve alguma alteração recente na Receita Federal para corrigir
informação equivocada da empresa LILS Palestras, isso não tem qualquer
influência no ato ilegal praticado pelo juiz em relação ao escritório
Teixeira, Martins & Advogados"
6 de Abril de 2016 às 16:39
247 – Em resposta a um ofício da Procuradoria Geral
da República que acusa o ex-presidente Lula de ter alterado o número do
telefone da empresa de palestras LILS no Cadastro Nacional da Pessoa
Jurídica após polêmica dos grampos, a fim de "levar a erro", a defesa do
petista respondeu que a alteração, se ocorreu, não altera em nada o ato
ilegal cometido pelo juiz Sérgio Moro, que autorizou o grampo de
advogados.
"A nova defesa apresentada pelo juiz ao STF — afirmando que o
telefone em questão constava na Receita Federal em nome de uma empresa
de palestras do ex-Presidente Lula, com exclusão recente — não tem
qualquer valor para modificar o fato de que ele grampeou conscientemente
um escritório de advocacia e, ainda, o fato de que as informações
prestadas ao STF não são compatíveis com os ofícios da empresa de
telefonia", sustentam os advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin
Martins, em nota divulgada nesta quarta-feira 6.
Segundo a defesa, "o telefone que foi alvo de interceptação
autorizada pelo juiz Sérgio Moro é o principal ramal do escritório
Teixeira, Martins & Advogados". "Se houve alguma alteração recente
na Receita Federal para corrigir informação equivocada da empresa LILS
Palestras, isso não tem qualquer influência no ato ilegal praticado pelo
juiz em relação ao escritório Teixeira, Martins & Advogados", diz
ainda a nota.
Confira a íntegra: Nota O telefone que foi alvo de interceptação autorizada pelo juiz
Sérgio Moro é o principal ramal do escritório Teixeira, Martins &
Advogados. Essa informação está: (i) no rodapé da procuração juntada no
processo pelos advogados do escritório; (ii) nas petições apresentadas
no processo; (iii) no site e em todo material relacionado ao escritório. Não bastasse, a empresa de telefonia responsável pela linha
(Telefonica) informou ao Juiz Sérgio Moro, de forma categórica, em duas
oportunidades (uma em 23/02 e outra em 07/03) que o telefone pertence ao
escritório Teixeira, Martins & Advogados, como determina a
Resolução 59 do CNJ. Mesmo assim a interceptação prosseguiu e foi ainda
prorrogada. Por isso, mostrou-se que o ofício enviado pelo juiz Sérgio Moro
ao STF em 29/03/2016 não corresponde à realidade, pois ele,
inequivocamente, tinha conhecimento de que estava monitorando 25
advogados do escritório Teixeira, Martins & Advogados. A nova defesa apresentada pelo juiz ao STF — afirmando que o
telefone em questão constava na Receita Federal em nome de uma empresa
de palestras do ex-Presidente Lula, com exclusão recente — não tem
qualquer valor para modificar o fato de que ele grampeou conscientemente
um escritório de advocacia e, ainda, o fato de que as informações
prestadas ao STF não são compatíveis com os ofícios da empresa de
telefonia. Ao autorizar a interceptação telefônica, o juiz deve consultar a
empresa de telefonia — com a exclusão de qualquer outro meio público ou
privado. É o que diz a já referida Resolução 59 do CNJ. Essa providência
foi atendida e o juiz foi informado de que o telefone era do escritório
Teixeira, Martins & Advogados. Se houve alguma alteração recente na Receita Federal para
corrigir informação equivocada da empresa LILS Palestras, isso não tem
qualquer influência no ato ilegal praticado pelo juiz em relação ao
escritório Teixeira, Martins & Advogados. A modificação, se realizada, é um ato regular, que o juiz, como
tantos outros, tenta transformar em algo ilícito na tentativa de ofuscar
a afronta por ele praticada contra a Constituição Federal e contra o
Estado Democrático de Direito. Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins
Carro é deixado ao lado de assembleia em Fortaleza com 13 kg de dinamite
Um carro modelo UP, cor prata, da Volkswagen, foi abandonado ao lado da
sede da Assembleia Legislativa do Ceará com 13,3 quilos de dinamite. A
polícia chegou até o veículo, que estava no cruzamento da Avenida
Desembargador Moreira com a Rua Francisco Holanda, após receber uma
denúncia anônima por volta das 22h30 de segunda-feira (04).
Os trabalhos para desarmar a bomba e recolher o material foram
concluídos por volta das 2h30 dessa terça-feira (05). O episódio ocorre
uma semana depois da prisão, em Fortaleza, do traficante de drogas e
armas Alejandro Juvenal Herbas Camacho Júnior, irmão do de Marcos
Williams Herbas Camacho, o Marcola, líder da facção criminosa fundada
nos presídios de São Paulo, o Primeiro Comando da Capital (PCC), e quase
um mês depois de ter sido aprovado na Assembleia cearense um projeto
que estabelece o bloqueio de sinal de celular em áreas próximas aos
presídios.
PONTO NOVO: POR FALTA DE SERVIDORES, AULAS PODERÃO SER SUSPENSAS EM COLÉGIO ESTADUAL
Foto: Facebook/ João Durval Carneiro
Na
manhã desta quarta-feira (06) foi realizada uma reunião com
representantes do Colegiado para discussão do problema da falta de
servidores do Colégio Estadual João Durval Carneiro. O problema dá-se
por conta da não renovação do contrato da empresa responsável com o
Governo do Estado, provocando três demissões de funcionárias que
trabalhavam na área da limpeza e cozinha na instituição de ensino.
Mesmo
com a falta das profissionais, a instituição tem como objetivo tentar
manter as aulas, um trabalho de conscientização dos estudantes visando à
manutenção da limpeza da escola será desenvolvido.
Como
resultado da reunião, ficou acertado que uma manifestação pelas ruas da
cidade será realizada nos próximos dias, com objetivo de externar a
situação do colégio. Resultado da crise, várias escolas da região também
sofrem com os impactos.
O Núcleo Regional de Educação tem conhecimento da situação, mas para uma resolução do problema ainda não se tem previsão.
Diretora da CAEMA tem que dar explicações sobre as constantes falta de água na cidade.
A cidade de Açailândia está passando por uma situação de grande
desconforto e humilhação com as constantes faltas de água nos Bairros da
cidade. A Falta de explicação por parte da direção local da CAEMA dá a
impressão que órgão estadual não tem nenhuma representante em Açailândia. A Vila
Bom Jardim e o Bairro do Jacu, já faz algum tempo que os moradores reclamam do racionamento
de água, ou seja, um dia sim e outro não.
Para comprovar o que aqui estamos relatando, iremos fotografar esses
acasos e levar até o conhecimento da CAEMA e vamos divulgar nos outros meios de
comunicação da cidade na busca de soluções para essa falta de responsabilidade.
Perguntar não Ofende: Porque a Direção da CAEMA/AÇAILÂNDIA nunca dar
explicações para o POVO e para Imprensa Local???
MOTOCICLETA QUE SUELY RESENDE DEU DE PRESENTE PARA NAMORADO PODE TER SIDO COMPRADA COM DINHEIRO PÚBLICO
Viúva do ex-prefeito Davi Resende,
teria recebido o dinheiro da prefeitura, a título de pagamento de aluguel de
imóveis, para comprar o “MIMO” que foi dado de presente ao namorado
Hoje pela
manhã o BLOG DO EVANDRO CORRÊA recebeu mais uma denúncia envolvendo a
presidente da Câmara de Ulianópolis, Suely Resende. Segundo o denunciante, uma
motocicleta zero quilômetro que Suely Resende deu para o atual namorado, um
médico lotado no Hospital Municipal de Ulianópolis, teria sido comprada com
dinheiro da prefeitura.
Segundo a
denúncia, a vereadora, viúva do ex-prefeito Davi Resende, teria recebido o
dinheiro da prefeitura, a título de pagamento de aluguel de imóveis, para
comprar o “MIMO” que foi dado de presente ao namorado. O Blog está apurando a
denúncia, bem como o valor real que foi pago pela motocicleta.
NOTA DO BLOGGER- Pessoalmente, não
vejo problema nenhum em Suely Resende presentear o namorado ou quem quer que
seja, DESDE QUE USE SEU PRÓPRIO DINHEIRO. Afinal, se trata de uma pessoa de
muitas posses. O que não se pode tolerar é que ela use o dinheiro do
contribuinte para agradar seus amores. Isso a população não pode engolir e nem
permitir. Afinal, Suely Resende já é um fardo bem pesado para a administração
pública, leia-se parentes encostados na prefeitura e contratos milionários.
Panama Papers: Premiê da Islândia renuncia e é primeiro a cair após escândalo de vazamentos
BBC BRASIL.com
O maior vazamento de documentos da história já fez sua primeira baixa.
Após a divulgação dos chamados Panama Papers, documentos que revelam
contas offshore de políticos e personalidades, primeiro ministro da
Islândia – um dos citados no caso - renunciou ao cargo nesta
terça-feira.
Segundo os documentos vazados da empresa de advocacia Mossack Fonseca,
Sigmundur Gunnlaugsson tinha uma empresa offshore chamada Wintris com
sua esposa.
Ele é acusado de usar a conta para ocultar milhões de dólares dos bens de sua família.
Um protesto foi organizado à frente do Parlamento da Islândia na última
segunda-feira, um dia depois da divulgação dos Panama Papers, para
pressionar o premiê.
Gunnlaugsson havia ligado para o presidente Olafur Ragnar Grimsson para
dissolver o Parlamento, mas essa ideia foi refutada pelo chefe de
Estado, que pediu para conversar com os partidos políticos antes.
“Eu não acho que seja normal o primeiro-ministro, sozinho, ter
autoridade para dissolver o Parlamento sem que a maioria da Casa esteja
satisfeita com a decisão”, disse o presidente aos jornalistas.
Após ter se recusado a renunciar na segunda-feira, o premiê acabou
ainda mais pressionado até mesmo pela coalizão do seu partido.
Nesta terça, ele usou o Facebook para se manifestar.
“Eu disse ao líder do Partido Independente que se os parlamentares do
partido acreditam que eles não poderiam apoiar o governo para realizar
tarefas conjuntas, eu iria dissolver o Parlamento e convocar novas
eleições”, escreveu ele.
Com a saída de Gunnlaugsson, há rumores de que o ministro da Agricultura seja nomeado o novo primeiro-ministro.
Foto: Divulgação/BBC Brasil / BBCBrasil.com
Acusações
Os documentos vazados da Mossack Fonseca mostram que Sigmundur Gunnlaugsson e sua esposa compraram a Wintris em 2007.
Ele não declarou sua participação na empresa quando entrou
noPparlamento, em 2009. Depois, vendeu 50% dela para sua esposa, Anna
Sigurlaug Palsdottir, por US$ 1.
Gunnlaugsson afirma que nenhuma lei foi desrespeitada e que sua esposa não foi beneficiada financeiramente.
A empresa offshore foi utilizada para investir milhões de dólares de
dinheiro herdado, de acordo com um documento assinado por Palsdottir em
2015.
Registros judiciais mostram que a empresa Wintris tinha investimentos
significativos em títulos de três bancos islandeses que quebraram na
crise financeira de 2008.
Os islandeses mais revoltados com as revelações acreditam que os
documentos divulgados pelos Panama Papers revelam um conflito de
interesses do primeiro-ministro.
Isso porque ele estava envolvido em negociações sobre o futuro dos
bancos e chegou a chamar credores que queriam seu dinheiro de volta de
“abutres”, enquanto a própria empresa dele, Wintris, era uma credora.
Gunnlaugsson manteve a participação de sua esposa na empresa em segredo.
Um porta-voz do primeiro-ministro disse na segunda-feira que Palsdottir
sempre declarou seus bens para as autoridades fiscais e que, sob as
leis parlamentares, Gunnlaugsson não teria que declarar nenhuma
participação na Wintris.
Gianni
Infatino, eleito em fevereiro, assinou venda de direitos de transmissão
de torneios da Uefa entre 2003 e 2006, quando era diretor jurídico da
entidade
Por Globoesporte.comLondres
O
presidente da Fifa, Gianni Infantino, foi citado na investigação que
ficou conhecida como "Panamá Papers" - exposição de uma série de
documentos internos da empresa panamenha Mossack Fonseca, cuja
especialidade era fabricar offshores, ou seja, abrir empresas em
paraísos fiscais.
Presidente da FIFA, Gianni Infantino tem seu nome envolvido nos "Panama Papers" (Foto: Ruben Sprich / Reuters)
Segundo o jornal inglês "The Guardian", em 2006 a Uefa vendeu os
direitos de transmissão de seus torneios de clubes (Champions League,
Copa da Uefa e Super Copa) para uma empresa chamada Cruz Trading. Essa
empresa, então, imediatamente repassou os direitos para uma empresa
equatoriana chamada Teleamazonas, por cerca de três ou quatro vezes o
valor original. Na época, Infatino atuava como diretor jurídico da Uefa.
Anos depois, seria promovido a secretário-geral. Em fevereiro deste
ano, foi eleito presidente da Fifa.
A Cruz Trading pertence ao
empresário argentino Hugo Jinkis, também dono da Full Play. Em 2015,
Hugo e seu filho Mariano foram indicados pelo FBI no "Fifagate" - o
escândalo de corrupção que levou para a cadeia uma série de dirigentes
da Conmebol, Concacaf e Fifa. Foram indiciados os últimos três
presidentes da CBF, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del
Nero. Hugo e Mariano estão hoje em prisão domiciliar na Argentina.
Por
meio de comunicado oficial, a Uefa declarou que não cometeu infração e
que, quando fechou os contratos com a empresa Cruz, não poderia saber
que Hugo Jinkis estaria envolvido em escândalo de corrupção dez anos
depois. A entidade que manda no futebol europeu afirmou que o contrato
foi assinado por Infatino "porque ele era um dos diretores da Uefa com
poderes para assinar contratos no momento". A Uefa disse ainda que não
tinha "nenhuma razão para acreditar que havia algo de suspeito ou nocivo
na relação entre Cruz Trading e Teleamazonas".
O presidente Gianni Infantino enviou um parecer oficial sobre a questão:
Estou
consternado e não vou aceitar que minha integridade esteja sendo posta
em dúvida por certas áreas da mídia, especialmente dado que a UEFA já
tenha divulgado em detalhe todos os fatos em relação a esses contratos. Do
momento em que em fiquei ciente das últimas entradas na mídia no
assunto, eu imediatamente contactei a UEFA procurando clareza. Fiz isso
porque não estou mais na UEFA, e são eles que exclusivamente detém toda
situação contratual relacionada a essa questão. No meio tempo, a UEFA
anunciou que está conduzindo uma releitura de seus numerosos contratos
comerciais e tem respondido extensamente todas as questões da mídia
relacionadas a esses contratos específicos. Como
disse anteriormente, nunca lidei pessoalmente com a Cross Trading e
nenhum de seus donos, já que o processo foi conduzido pelo Team
Marketing no em prol da UEFA. Gostaria de dizer que nem a UEFA nem eu fomos contactados por nenhuma autoridade em relação a esses contratos específicos.
Além disso, como a mídia já informa, não há indicação alguma de nenhum
desvio de conduta tanto da UEFA quanto meu em relação a essa questão. A UEFA também divulgou comunicado oficial sobre o assunto.
A
UEFA está consternada por certas histórias da mídia sugerindo que houve
conduta imprópria na relação entre contratos de televisão feitos com
uma companhia baseada no Equador, em 2006. Como explicado repetidamente
para a mídia, não houve nunca sugestão de que houve algo impróprio.
Essas explicações foram dadas à mídia de forma clara, razoável e
perfeitamente transparente. É ainda mais lamentável que, a despeito das
explicações, alguns setores da mídia escolheram sub-representar assuntos
e induzir o público ao erro, ao sugerir ou implicar o contrário.
É
certo que a UEFA foi perguntada há um tempo atrás e teve algumas
transações comercias com certas companhias ou indivíduos nomeados na
investigação americana. Na época da nossa resposta inicial, não tivemos a
oportunidade de chegar todos os nossos milhares de contratos
comerciais, e a resposta dada foi inicialmente incompleta. Essa é a
razão por que Gianni Infantino inicialmente achou, baseado na informação
dada pela UEFA, que não houve contratos prévios da UEFA com nenhuma
companhia e indivíduo nomeados na investigação. Foi também por isso que a
FIFA deu essa informação para a mídia.
Edwirges Nogueira – Correspondente da Agência Brasil
A capital cearense, Fortaleza, é um dos destinos turísticos mais procurados da regiãoArquivo/Agência Brasil A
Região Nordeste continua sendo a preferida de quem viaja por destinos
brasileiros. Dados do anuário da Associação Brasileira das Operadoras de
Turismo (Braztoa) mostram que os nove estados da região respondem por
67,5% da demanda das agências de viagem. A Braztoa reúne 88 associadas
localizadas em todo o Brasil.
Ao todo, 2,6 milhões de pessoas
viajaram por destinos do Nordeste no ano passado, gerando um faturamento
de R$ 4,4 bilhões para as operadoras de turismo. A região aparece como
líder em viagens pelo Brasil nas quatro últimas edições do anuário da
associação.
“O Nordeste sempre foi um destino relacionado a sol e
praia, mas hoje, com o entendimento da importância do destino, os nove
estados trabalham muito a cultura, a gastronomia, os roteiros de
aventura e luxo, por exemplo. Atualmente, a região consegue oferecer
todos os tipos de experiências para os consumidores”, detalha a
presidente da Braztoa, Magda Nassar.
Bahia, Ceará e Pernambuco
são os estados mais procurados pelos viajantes, mas ela ressalta que
existe um esforço conjunto de promoção da região, com feiras e
iniciativas que ressaltam o destino Nordeste como um todo. Turismo com dólar alto
Embora
a alta do dólar tenha criado condições favoráveis para viagens por
destinos nacionais, o câmbio não foi tão significativo para o setor,
segundos dos dados do anuário da Braztoa. O aumento do faturamento com
roteiros nacionais foi de apenas 6,4% em relação a 2014. O dado geral
também reflete o pouco impacto do dólar nas viagens: queda de 7% no
faturamento das agências associadas à Braztoa. Para Magda, o número é
pouco significativo.
“Quando uma pessoa foca num destino de
férias, ela faz o possível e trabalha isso de forma que seja possível ir
para aquele lugar. O dólar aumentou muito, mas há muitas promoções para
destinos internacionais. Era esperado que tivéssemos uma queda brutal
no [turismo] internacional e um aumento brutal no nacional, pensando que
haveria uma troca de destinos de viagens, mas isso não aconteceu.”
EXCLUSIVO : POLÍCIAIS SÃO PRESOS EM MÃE DO RIO ACUSADOS DE EXTORSÃO E ABUSO DE AUTORIDADE. DELEGADO ESTÁ FORAGIDO
A Divisão de
Crimes Funcionais, da Corregedoria Geral da Polícia Civil, cumpriu nesta
segunda-feira (4) os mandados de prisão preventiva decretados contra o
motorista policial civil Edcarlos de Jesus Ferreira e o sargento PM Edinei Leal
da Silva, ambos lotados em Mãe do Rio, no nordeste paraense. Eles são acusados
dos crimes de sequestro com cárcere privado, extorsão e abuso de autoridade.
A prisão dos
policiais foi decretada pelo juiz Cristiano Magalhães Gomes, da Vara Única de
Mãe do Rio, após recebimento de denúncia do Ministério Público. Também tiveram
os mandados de prisão decretados o delegado Melquesedeque da Silva Ribeiro e
Janaina Barbosa de Souza, sobrinha do sargento, que estão foragidos. Os presos
já estão recolhidos no presídio Coronel Anastácio das Neves, no Complexo
Penitenciário em Americano, em Santa Izabel do Pará.
A denúncia
contra os acusados foi formulada, no último dia 1º, pela promotora de Justiça
de Mãe do Rio, Andressa Érika Ávila Pinheiro, após se convencer das provas de
crimes, em tese, praticados pelos policiais. Segundo a denúncia, no último dia
23 de março, Janaina, sobrinha do sargento, teve um telefone celular furtado e
comunicou o fato ao tio. O policial militar passou a diligenciar visando à
identificação do autor do delito, até que deteve, em 29 de março, um homem
acusando-o de ser suspeito do crime. O suposto autor do furto do celular foi
levado à Delegacia de Mãe do Rio, onde ficou detido de 9 horas da manhã até por
volta de 16 horas.
Conforme a
denúncia, nesse período, teria havido uma negociação entre os policiais e
familiares do suspeito. A avó do rapaz acusado do crime teria sido induzida a
ir até uma loja na cidade comprar um telefone celular, no valor de R$ 1,6 mil,
pagando em parcelamentos no cartão de crédito, para a sobrinha do militar. No
entanto, segundo a denúncia do MP, os policiais teriam exigido mais R$ 3 mil
para liberar o suspeito.
Ainda
segundo a denúncia, os familiares do rapaz chegaram a deixar uma moto com os
policiais como garantia até conseguirem levantar a quantia exigida e que teria
sido paga aos policiais, para que o suspeito fosse liberado. Conforme a
denúncia, o rapaz suspeito responde processo criminal na Justiça por crime de
furto em regime aberto e atualmente está sob monitoramento por tornozeleira
eletrônica.
Ao tomar conhecimento do fato, a promotora de
Justiça colheu os depoimentos das testemunhas e teve acesso à imagem da loja,
em que o sargento apareceria ao lado da avó e de uma tia do suspeito, para
comprar o celular. Ainda conforme o MPE, foi solicitado o rastreamento do
monitoramento eletrônico do suspeito. O levantamento mostrou que o suspeito não
esteve no local em que o celular foi furtado. Dessa forma, a promotora decidiu
preparar a denúncia das pessoas envolvidas e representar ao juiz com os pedidos
de prisão.
SEFA APREENDE 3200 QUILOS DE CAMARÃO SEM NOTA FISCAL
Auditores
e fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) apreenderam um
caminhão que transportava, sem nota fiscal, 3.200 quilos de camarão
salgado, acondicionados em 60 caixas de 20 kg, escondidas entre aparas
de papel destinadas à reciclagem. A apreensão aconteceu no último sábado
(2), na Unidade Fazendária do Gurupi, localizada na Rodovia BR-316, no
município de Cachoeira do Piriá (nordeste do Estado).
Os fiscais lavraram o Termo de Apreensão e Depósito (TAD), e entregaram a
carga à equipe técnica da Agência de Defesa Agropecuária do Pará
(Adepará).Reforço na fiscalização - Um grupo de 26 fiscais e
auditores de receitas da Sefa está em Santarém, no oeste paraense,
fiscalizando mercadorias em trânsito. A operação prossegue até o próximo
dia 16 de abril.
De acordo com Célio Cal Monteiro, diretor de Fiscalização da Sefa,
Santarém é o ponto de abastecimento de diversas cidades na região, por
isso a Secretaria reforça as ações voltadas a acompanhar a movimentação
dos produtos nas estradas e nos rios, chegando a outros municípios, como
Itaituba. “É preciso atuar de forma mais rigorosa e, com certeza, mais
constante naquela região”, ressaltou o diretor.
“Até o momento foram lavrados 31 Termos de Apreensão e Depósito, com
constituição de crédito tributário de R$ 116 mil. Este resultado deve
ser acrescido da regularização de diversas outras operações que
ocorreram espontaneamente, quando os contribuintes procuraram a
fiscalização para emissão de documentos fiscais de mercadorias que,
costumeiramente, estavam saindo daquele local sem emissão de nota fiscal
e conhecimento de transporte”, informou Célio Cal Monteiro.
MOVIMENTOS SOCIAIS NÃO PARTICIPARÃO DE JULGAMENTO DOS FAZENDEIROS ACUSADOS DA CHACINA DE MORADA NOVA
Os movimentos sociais e os familiares de JOSÉ PINHEIRO LIMA (DEDÉ), CLEONICE CAMPOS LIMA (esposa) eSAMUEL
CAMPOS LIMA (filho menor de 15 anos), decidiram não participar do
julgamento dos fazendeiros João David de Melo e Evandro Marcolino
Caixeta, que será realizado no fórum de Marabá na próxima quarta-feira,
06 de abril, presidido pelo Juiz Murilo Lemos Simão. Os dois fazendeiros
são acusados de serem os mandantes do assassinato do sindicalista DEDÉ,
sua esposa e filho, no dia 10 de junho de 2001. O motivo do tripulo
assassinato foi devido o sindicalista ter coordenado um grupo de
famílias que no ano 2000, ocupou a Fazenda São Raimundo, de propriedade
de João Davi. No local, o fazendeiro criava gado em parceria com Evandro
Marcolino. A fazenda foi classificada pelo INCRA como improdutiva e
desapropriada.
A
decisão dos Movimentos Sociais e dos familiares de não participarem do
julgamento, é uma forma de protesto contra o Tribunal de Justiça que
decidiu pela realização do julgamento em Marabá. O Ministério Público e
os advogados assistentes de acuação da CPT e da SDDH, ingressaram com um
Pedido de Desaforamento do processo perante o Tribunal requerendo a
transferência do julgamento de Marabá para Belém.De
acordo com o MP e a Assistência, o julgamento não poderia ocorrer em
Marabá, devido ao poder econômico dos acusados e as influencias
políticas que exercem na região. Fato que poderia influenciar na decisão
dos jurados comprometendo a imparcialidade necessária e exigida pelo
Código de Processo Penal. Em decisão publicada no dia 22/01/2016 os
desembargadores negaram o pedido e determinaram que o julgamento fosse
realizado em Marabá. Para os Movimentos Sociais e familiares, trata-se
de um retrocesso da justiça paraense, pois, dos sete casos de mandantes
julgados por crimes nos campo no na região, este será o primeiro, que o
Tribunal negou a transferência do julgamento para a capital. Para os
Movimentos Sociais e familiares a possibilidade de condenação dos
fazendeiros em Marabá é mínima.
A influência dos fazendeiros ficou clara no curso do processo, a
principal testemunha da acusação que incriminava os pecuaristas, foi
coptada pelos advogados dos acusados. Levada em um cartório de Marabá,
prestou um depoimento contando uma versão totalmente diferente daquela
prestada perante a autoridade policial. Há fortes indícios de que ela
tenha recebido um valor em dinheiro para mudar seu depoimento em favor
dos fazendeiros acusados.
No
dia do crime, o sindicalista se encontrava em sua casa em Morada Nova
se recuperando de uma malária que teria contraído no acampamento. Os
dois pistoleiros entraram na casa, atiraram na esposa que se encontrava
na sala, em seguida dispararam vários tiros contra DEDÉ que se
encontrava deitado em seu quarto. Samuel, que no momento brincava como
outros colegas nas proximidades, ao ouvir os tiros correu para a casa,
ao chegar em frente à residência encontrou com os dois pistoleiros que
estavam saindo de armas na mão. Um dos pistoleiros disparou um tiro
contra Samuel que morreu logo em seguida.
As
investigações feitas pela polícia civil foram falhas e incompletas. Os
dois pistoleiros executores das mortes nunca foram identificados e
presos.O julgamento ocorrerá quase 15 anos após os
crimes. Um exemplo de descaso do poder público que poderá resultar em
mais uma caso de impunidade no campo.
Marabá, 04 de abril de 2016.
FETAGARI SUDESTE/CPT MARABÁ/STR MARABÁ/ SDDH e FAMILIARES DAS VÍTIMAS.
Presidente sul-africano devolverá dinheiro público que usou
Mike Hutchings / Reuters
Jacob Zuma: em 2014 a defensoria pública estabeleceu que o dinheiro
público gasto em Nkandla não tinha sido empregado para reforçar as
estruturas de segurança
Nairóbi - O presidente da África do Sul,
Jacob Zuma, garantiu nesta sexta-feira que respeita a decisão do
Tribunal Constitucional e devolverá parte dos 246 milhões de rands
(cerca de R$ 60 milhões) que gastou na reforma de sua residência privada.
"Respeito a sentença e irei cumpri-la", afirmou Zuma em discurso à nação
retransmitido na televisão estatal, apenas um dia depois que o
Constitucional, em uma resolução sem precedentes, lhe ordenou a
reembolsar o dinheiro público que empregou indevidamente.
Em março de 2014 a defensora pública Thuli Madonsela estabeleceu em um
relatório que o dinheiro público gasto em Nkandla, o complexo privado de
Zuma, não tinha sido empregado para reforçar as estruturas de
segurança, como alegou a presidência.
Segundo a investigação da Defensoria Pública, entre as obras pagas com
fundos estatais e supostamente destinadas para aumentar a segurança do
complexo residencial foi incluída uma granja, um estábulo para vacas,
uma piscina e um anfiteatro.
"Pagarei a quantia que corresponda às reformas em Nkandla não
relacionadas com a segurança quando a autoridade correspondente a
determinar", assegurou o presidente sul-africano.
A quantia exata que terá que reembolsar será fixada dentro de um prazo
de 60 dias pela Tesouraria Nacional, cujo cálculo deverá ser aprovado
pelo Constitucional.
"O presidente não cumpriu, não defendeu nem respeitou a Constituição",
afirmou ontem o veredicto alcançado por unanimidade pelos 11 juízes do
Tribunal Constitucional.
Este caso é o maior escândalo de corrupção da presidência de Jacob Zuma,
que chegou ao poder em 2009 depois que a procuradoria retirou as mais
de 700 acusações de corrupção que pesavam sobre ele.
Incêndio atinge escritório de ex-contadora de Youssef em SP
Meire Poza diz que, no escritório, 'não havia mais nada da Lava Jato'. 'Estou abalada, não sei o que pode ter sido', afirma sobre fogo em prédio.
Tahiane StocheroDo G1 São Paulo
A contadora Meire Poza presta depoimento à CPI
mista da Pretrobras
(Foto: Gabriela Korossy/Câmara dos Deputados)
Um incêndio atingiu o escritório de Meire Poza, ex-contadora do doleiro
Alberto Youssef, preso pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, na
noite desta quinta-feira (31) em São Paulo. A sala comercial ficou
completamente destruída.
O doleiro é apontado como operador do esquema de corrupção na Petrobras
e teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões. Youssef foi condenado por
lavagem de dinheiro e corrpução passiva e deve ficar três anos preso
após acordo de delação premiada.
Meire Poza foi uma das delatoras do esquema e detalhou como o pagamento de propinas ocorria durante depoimento à CPI mista da Petrobras. Ao G1, ela disse que está muito abalada e que espera o resultado da perícia para saber o que aconteceu.
A contadora tinha o escritório no local desde 2009 e atualmente contava
com mais 4 funcionários, cuidando de 50 clientes. Meire disse que no
prédio não havia mais nenhum papel relacionado ao esquema investigado na
Lava Jato.
"Eu tinha poucos clientes. Depois da Lava Jato, fiquei com poucos.
Ainda não sei sobre a situação de lá, não fui ao local ainda, meus
funcionários estão lá com os bombeiros. Mas não tinha mais nada da Lava
Jato lá, tudo o que eu tinha foi entregue em 2014", afirma ela.
"Sinceramente, eu não sei o que pode ter sido, se foi acidental. Eu não
faço ideia, estou esperando o resultado da perícia para me dizerem",
acrescenta.
Homens
são vistos no escritório da contadora Meire Poza, em São Paulo, que
trabalhou para o doleiro Alberto Youssef, delator da Operação Lava Jato.
O local foi atingido por um incêndio durante a madrugada e ficou
completamente destruído (Foto: Mario Ângelo/Sigmapress/Estadão Conteúdo)
O incêndio atingiu também uma academia no prédio onde dica o escritório
da contadora na Avenida Santo Amaro e assustou alunos que faziam uma
uma aula de luta. Ninguém ficou ferido. Os bombeiros contiveram o fogo
mas a fumaça fez com as pessoas tivessem que sair do local e o prédio,
interditado.
Meire disse que soube do incêndio pelo G1, ao abrir o
portal pela manhã para ler notícias e se interessou pela informação para
saber a situação do trânsito na região. "Eu tenho por hábito ler
notícias pela manhã e eu vi que teve um incêndio na região e quis ver a
situação do trânsito, e daí que eu soube", diz.
"Eu naõ estou conseguindo nem pensar, estou realmente muito abalada,
não sei o que pode ter sido. Ainda não podemos entrar, estamos
aguardando, ainda não sei se sobrou alguma coisa", afirmou.
" Aquilo era o sustento dela, a forma como mantinha a família", afirma o advogado de Meire, Haroldo Nater.
"Preferimos esperar os resultados da perícia para emitir uma opinião
sobre a motivação. Ela espera que não tenha sido retaliação, não há
nenhum motivo para isso", acrescentou o advogado. Documentos de Meire
O procurador do Ministério Público Federal
Diogo Castor de Mattos, que integra a força-tarefa da Lava Jato, diz
que os documentos relacionados ao esquema e relatados por Feire já foram
entregues e que i incêndio não traz prejuízo às investigações.
O MPF irá procurar a contadora para saber se ela recebeu ameaças ou algo do tipo. Nesta sexta-feira ocorre a 27ª Operação da Lava Jato. Foram presos temporariamente Silvio Pereira,
ex-secretário geral do PT, e Ronan Maria Pinto, dono do jornal "Diário
do Grande ABC" e de empresas do setor de transporte e coleta de lixo.
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares é alvo de condução coercitiva –
quando uma pessoa é levada a depor mesmo contra a vontade. Ele chegou à
sede da PF em São Paulo
por volta das 8h, escoltado por agentes federais. Também foi alvo de
condução coercitiva o jornalista Breno Altman, que foi levado para a
sede da PF em Brasília. Incêndio
O incêndio no prédio em que ficava o escritório de Meire começou às
22h, mas uns 15 minutos antes o cheiro de queimado começou a ser
sentido. “A gente achou que era alguma coisa de fora ali, a gente não
sabia identificar da onde era. Passou uns quinze minutos e começou a
sair uma fumaça do andar de cima”, disse o dono da academia Celso Alves
Junior.
Cerca de 50 alunos estavam na academia no momento do incêndio. O
recepcionista Victor Rocha dos Santos foi quem acionou o Corpo de
Bombeiros. “Na hora que o bombeiro falou evacua o prédio, foi
instantâneo, já foi avisando o professor de funcional, falando pede pra
todo mundo sair, já avisei o pessoal do MuayTai pra pegar as suas coisas
rápido que tem que evacuar o prédio porque tá pegando fogo em cima”,
conta.
Pelo menos cinco salas comerciais foram destruídas pelo fogo e o teto
desabou. Os bombeiros interditaram a Avenida Santo Amaro no sentido
bairro por duas horas. Quem estava de ônibus, teve que descer dos
coletivos.
Secretário citado no caso da merenda deixa governo Alckmin
Nogueira diz que vai assumir vaga na Câmara para votar impeachment. Corregedoria arquivou denúncia contra ele nesta sexta-feira.
Do G1 São Paulo
Alckmin e Duarte Nogueira (Foto: Rodolfo Tiengo/G1)
Citado no caso da merenda em São Paulo, o secretário estadual de
Logística e Transportes de São Paulo, Duarte Nogueira (PSDB), anunciou
nesta sexta-feira (1º) que vai deixar o cargo no governo estadual e
voltar à Câmara dos Deputados. O motivo da mudança, segundo nota
assinada por ele, é votar o impeachment da presidente Dilma Rousseff
(PT).
A Corregedoria Geral de São Paulo arquivou nesta sexta a investigação
contra ele e o ex-secretário da Educação Herman Voorwald, por suspeita
de envolvimento no esquema de fraude em licitações da merenda em
prefeituras e no governo paulista.
O corregedor geral Ivan Agostinho disse que não foram encontradas
provas suficientes que sustentassem as denúncias contra Voorwald e
Nogueira, e também o ex-chefe de gabinete da Secretaria da Educação
Fernando Padula, aos vendedores da Cooperativa Orgânica Agrícola
Familiar (Coaf), principal investigada no caso.
Nogueira postou uma mensagem no Facebook sobre o motivo de sua saída:
"Amigos, reassumirei meu mandato de deputado federal a partir da semana
que vem para participar de um momento de extrema relevância, quando a
Câmara dos Deputados irá votar o impeachment da presidente Dilma", diz o
comunicado.
"Os paulistas, em especial os da minha cidade natal, Ribeirão Preto,
sempre foram destaques nas manifestações pró-impeachment e, tendo sido
eleito por eles, não posso deixar de representá-los, de votar por eles",
diz a mensagem.
"Agradeço ao governador Geraldo Alckmin pela confiança e pela
oportunidade que me ofereceu de estar à frente da Secretaria de
Logística e Transportes neste últimos 15 meses, que compreendeu a
importância do meu retorno à Câmara dos Deputados e que compartilha com
todos nós o entendimento de que o país precisa de novos rumos."
Pelo menos seis pessoas ficaram feridas. O 6º andar e o teto do imóvel ficaram destruídos.
Do G1, em São Paulo
Explosão
ocorrida após vazamento de gás deixou feridos em um prédio na Rua
Bérite, em Paris, na manhã desta sexta-feira (1º) (Foto: Dominique
Faget/AFP)
Uma explosão que aconteceu após um vazamento de gás deixou feridos em Paris, na manhã desta sexta-feira (1º). O imóvel na Rua Bérite, no 6º distrito de Paris.
A agência France Presse diz que seis pessoas ficaram feridas. Já o
jornal francês Le Parisien diz que 17 ficaram feridos, sendo que um em
estado grave.
O sexto andar e o teto ficaram completamente destruídos com a explosão.
De acordo com o Le Parisien, os bombeiros acreditam que explosão foi um
acidente doméstico.
Odebrecht quer levantar R$ 12 bilhões para 'atravessar furacão'
Com dívidas de R$ 90 bilhões e tendo que lidar com as
acusações de corrupção da Operação Lava Jato, a Odebrecht colocou à
venda um pacote de empresas para conseguir R$ 12 bilhões ao longo do
ano. À Folha, o presidente do grupo Odebrecht, Newton de Souza, contou
que "com o aperto monetário, a contração de crédito e a Lava Jato", o
grupo iniciou um programa de alienação de ativos. "Achamos que esse
valor nos dará tranquilidade para atravessar o furacão", destacou.
O executivo assumiu o posto em junho do ano passado, depois da prisão
de Marcelo Odebrecht, que foi condenado a mais de 19 anos de prisão por
crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. A companhia já demitiu 70
mil pessoas.
Souza não quis comentar sobre a Operação Lava Jato e as tentativas de
acordo. Ele acredita, contudo, que os acordos de delação dos executivos
e de leniência das empresas podem ajudar a "criar as bases para iniciar
o um novo ciclo".
"Da mesma maneira que a gente superou crises anteriores, estamos
abertos aos aprendizados desta. Com certeza vai dar para virar a
página", frisou.
De acordo com o jornal paulista, o próximo balanço do grupo deve
mostrar uma alta no faturamento, que iria de R$ 107 bilhões em 2014 para
R$ 132 bilhões em 2015, devido, entre outros fatores, à desvalorização
do real.
Após pedir diálogo, ministro Edinho Silva é ameaçado de morte na web
Político foi alvo de insultos por internautas nas
redes sociais; nessa quinta-feira, Silva pediu mais tolerância nas
questões políticas para evitar mortes
Silva disse que comunicou o episódio ao Ministério da Justiça
PUBLICADO EM 01/04/16 - 18h00
FOLHAPRESS
Um dia depois de ter feito um apelo à retomada do diálogo e da
tolerância no debate político, o ministro Edinho Silva (Comunicação
Social) foi alvo de uma ameaça de morte em sua página pessoal do
Facebook.
Na quinta-feira (31), o ministro afirmou à imprensa que era preciso
"baixar o tom" de enfrentamento. "Nós vamos baixar o tom ou vamos
esperar o primeiro cadáver?", indagou. "Se algo não for feito, não
tenham dúvida de que isso vai ocorrer."
Já nesta sexta (1º), o ministro postou em sua página na rede social um
link para uma entrevista em que retomou a pregação pelo diálogo. Foi no
espaço destinado aos comentários desta postagem que ocorreram as ameças.
"Olha Edição Silva [sic], filho da puta, quem vai morrer é você e os
petistas", escreveu o internauta. "Não ande tão tranquilo. Já tem gente
na sua cola. Comunista filho da puta."
O autor das postagens tem um perfil ativo nas redes sociais. Ele
publica textos contra o PT e a favor do impeachment da presidente Dilma
Rousseff, no Facebook, além de uma série de notícias relacionadas ao
escândalo da Petrobras.
A última mensagem postada pelo autor da ameaça é um vídeo que prega a
intervenção militar e que cita, de forma distorcida, a fala feita por
Edinho nesta quinta.
"Edinho Silva veio falar que se nós não baixarmos o tom vai morrer
gente. Estamos sendo ameaçados por esses vermelhos filhos da mãe. Cadê o
povo, cadê o Exército, quem vai nos defender?", indaga o homem que
aparece no filme.
Procurado, o ministro Edinho Silva disse que comunicou o episódio ao
Ministério da Justiça. Ele classificou a ameaça como "mais um exemplo do
grau de intolerância que existe no país".
"Hoje as pessoas falam em matar de uma forma simplista, como se isso
não significasse nada. Mais uma vez digo que é preciso que todas as
lideranças que têm responsabilidade com o país tomem iniciativas que
combatam a intolerância", afirmou.
Diante
da saída do partido da base aliada, senador paranaense diz não
reconhecer o PMDB em que entrou, considera a reunião de terça-feira "uma
piada" e reprova Temer no poder
Agência Senado
Roberto Requião diz que se sente isolado no partido, mas que não pensa em desfiliação
O senador paranaense
Roberto Requião está no PMDB há mais de 30 anos, desde a época do MDB, e
foi pela sigla deputado, governador do Paraná e prefeito de Curitiba.
Hoje, diante da saída do partido da base aliada, diz não reconhecer o
PMDB em que entrou, considera a reunião de terça-feira "uma piada" e
reprova Temer no poder: "Sem proposta, seria um desastre igual ao que
está sendo o da Dilma".
Para Requião, o partido não pode sair do governo,
porque nunca entrou efetivamente. "Ele (o PMDB) nunca se sentiu
representado." Duro crítico do plano batizado de Uma Ponte para o
Futuro, prévia do que seria um governo Temer na área econômica, o
senador afirma que as medidas causariam a "maior crise social da
história do Brasil".
O plano de reformas liberais inclui
relaxamento de leis trabalhistas, privatizações, concessões e custos
salariais menores. "É uma espécie de protocolo dos sábios do mercado",
diz. Isolado no partido, não pensa em se desfiliar. "Não tenho outras
opções melhores. Você não propõe que eu vá para o PT, né?"
Leia os principais trechos da entrevista: BBC Brasil - O senhor esteve na reunião da terça-feira (que decidiu pela saída do PMDB do governo)? Roberto Requião - Não, o Paraná não compareceu à reunião. Como avalia a saída do partido?
Em
primeiro lugar, a saída de um partido do governo é uma coisa normal no
sistema democrático. Mas, tudo isso tem que ter um pressuposto: por que
vamos sair? O que queremos ao sair? O que propomos para o país? Não vi
nada nisso. Vi na mesa o (Eduardo) Cunha, o (Eliseu) Padilha e o
(Romero) Jucá comandando uma reunião em que não sei quem votou, porque
não havia identificação de eleitores, foi por aclamação. Logo não se
pode nem saber se era o PMDB que estava lá.
E não há nenhuma proposta alternativa, pelo contrário. O Jucá é o porta-voz de um documento que se chama Uma Ponte para o Futuro,
que é uma espécie de protocolo dos sábios do mercado. É mais radical do
que toda a operação fiscal do (ex-ministro da Fazenda) Joaquim Levy,
que beneficia o capital especulativo e prejudica duramente o trabalho. É
pior do que o que se propôs para Grécia, Itália, Portugal e Espanha.
Mas esse documento não é do partido. Ele não pode ser considerado uma proposta?
Claro
que não. Não tem proposta. Esse documento foi levado a uma reunião
nacional da Fundação Pedroso Horta (órgão de formulação política do
PMDB) e foi rejeitado. Nem puseram em votação porque havia uma rejeição
absoluta da base partidária.
Não entendo o que significa sair do
governo. Por quê? Para quê? Propondo o quê? Digo isso com conforto,
porque me manifesto contra a política econômica do governo desde o
primeiro dia.
Reprodução/Facebook PMDB - 29.03.16
Para senador, PDMB não tem projeto para o País e reunião de terça (29) foi "uma piada"
Na sua visão, o Ponte para o Futuro seria pior do que a política econômica do governo?
Seria
um verdadeiro horror e é uma contradição com a história do PMDB. O
documento base do PMDB é Esperança e Mudança. É um documento de retomada
do desenvolvimento, de ativamento das garantias sociais. É o Estado
social, do meio ambiente, do respeito às leis trabalhistas, que protege o
trabalho interno.
Esse (Ponte para o Futuro) nem o FMI faria tão ruim. Nos coloca numa situação de primarização da economia. Quais suas principais críticas em relação ao documento?
Ele
não é para ser colocado num contexto de disputa eleitoral para o povo
brasileiro. É para o mercado, para os banqueiros, porque ele teria uma
rejeição absoluta no país. Agora o PMDB sai do governo. E tem mais
ainda: será que o PMDB já foi governo? Acho que não foi.
Se o PMDB
estivesse no governo, se os ministros da Dilma representassem o
partido, a convenção não sairia do governo, os ministros teriam o
controle da sigla, estariam representando suas bases. Mas o partido
nunca se sentiu representado. Como sete ministros não têm influência
alguma? Porque não eram ministros do partido. O meu PMDB nunca foi
governo. Isso foi um produto de um acordo congressual. Então, para o senhor, o PMDB não está representado no documento e nem na reunião?
O
PMDB que conheço não estava representado nisso e muito menos nesse
documento. O PMDB poderia sair do governo, claro que poderia. Monta
convenções no Brasil inteiro, formula uma proposta e diz: olha, o
governo da Dilma está indo por um caminho neoliberal que não satisfaz os
caminhos traçados ao longo da nossa história. Mas esse pessoal estava
fazendo exatamente o contrário. Mas o senhor é a favor da saída do governo dadas as atuais circunstâncias?
Não. Sou favorável à mudança da política econômica do Brasil. Não posso falar em sair do governo porque nunca entrei. Como vê a posição de Michel Temer hoje?
Ele
não foi à reunião (de terça-feira). A carta dele (à presidente Dilma
Rousseff, que veio a público em dezembro) mostra que ele se sentia
isolado, que não era parte de nada, não era parte das discussões
econômicas. Isso é fato.
Presidência da República/Divulgação - 24.03.2016
Senador diz que não houve crime de responsabilidade e presidente Dilma deve acabar mandato
Para o senhor, a saída do PMDB aumenta as chances de um impeachment?
Não
acho que uma coisa tem a ver com a outra. O impeachment legal é o
julgamento de um crime de responsabilidade. E não houve esse crime. Não é
uma questão de acreditar ou não: não houve.
E eu sou contra a
política econômica da Dilma, talvez eu seja o maior opositor dentro do
Congresso. Esse crime de responsabilidade atinge o comportamento de 16
governadores do Brasil. Tem algum impeachment contra eles, que fizeram a
mesma coisa? Como vê a campanha pró-impeachment?
É
uma jogada de quem perdeu eleição, e do capital financeiro, que quer
comandar o Brasil. Dentro do Congresso propõem o fim das estatais,
transformá-las em sociedades anônimas; propõem colocar limite no
endividamento - se os Estados Unidos tivessem limite para o
endividamento teriam fechado na última crise.
É um pacote que
marcha paralelamente à derrubada do governo da Dilma: a entrega do
petróleo; a liquidação da Petrobras; corte de investimentos do Minha
Casa Minha Vida... (sendo que) a maior indústria brasileira é a
construção civil. Está caminhando a entrega do País. E, do meu ponto de
vista, há um autismo social da Dilma. Ela não está enxergando nada, está
repetindo políticas liberais: primeiro o Joaquim Levy, depois trocado
pelo Barbosa. Como avalia a política econômica?
(Dilma)
está perdidíssima. O Levy era uma sinalização para o mercado, que levou
a um arrocho fiscal e fez o governo perder completamente seu apoio
sindical. Foi minando suas bases. E quem votava a favor de todos os
erros da Dilma no Congresso? O PMDB e o PSDB. A favor do Levy, a favor
das bobagens do Barbosa É uma posição contraditória?
Claro! Acho que, em defesa da democracia, a Dilma tinha que terminar seu mandato. O senhor falou em ameaça à democracia. Acha que os caminhos que estamos percorrendo na política arriscam o sistema democrático?
(Os
caminhos) são imprevisíveis. Há uma campanha amplíssima de
desmoralização, em parte merecida, da política e dos políticos. Isso
pode abrir espaço para vir um super-herói, dependendo das
circunstâncias, da direita ou da esquerda.
Rovena Rosa/ Agência Brasil - 29.03.16
Admirador de Moro no início de seu trabalho, Requião diz que juiz passou os limites da legalidade
Quem seria esse super-herói?
Pode
vir um Bolsonaro, um general salvador. Por isso prefiro que as coisas
sejam resolvidas dentro do processo democrático. Sérgio Moro, por
exemplo. Achava um sujeito extraordinário no começo do seu trabalho, mas
extrapolou os limites do direito.
Sem o trabalho dele e dos
procuradores, nós não saberíamos de nada. Só que são juízes e não
percebem a utilização de seus exageros para a dominação do capital
financeiro sobre o País. Eles estão sendo instrumentalizados e (ficam)
satisfeitíssimos pela própria vaidade. Agora, o trabalho deles é muito
bonito. Mas é questionável?
Porque está
atropelando espaços do garantismo jurídico. Acho que o Moro é quem menos
acredita na Justiça no Brasil. Porque ele provoca esses vazamentos para
pressionar o Supremo Tribunal Federal. Mas Moro tem que ver o que
aconteceu primeiro com Weimar (república estabelecida na Alemanha após a
Primeira Guerra Mundial), que, num esforço moralizante, só punia os
progressistas e a esquerda. E deu margem para o surgimento do Hitler. O
que aconteceu na Itália quando surge o Berlusconi. Quer dizer, estão
embalados pela sua visão paladina e estão abrindo espaço para a direita
brasileira.
Não quero que parem. Mas não podem passar do limite legal. Quais seriam esses limites? A condução coercitiva do Lula?
Não.
A condução coercitiva foi um espetáculo para a mídia, não foi um ato de
justiça. O vazamento dos grampos é uma tentativa de comoção nacional. O
limite é da razoabilidade, que a lei estabelece. Como é que você joga
na mídia uma conversa pessoal de um presidente com um ex-presidente, que
é seu amigo? Quando não tem nada a ver com o processo. Fui um
entusiasmado incentivador no começo. Mas estão provocando um conflito
social que não podem segurar. E outra coisa: o País não está debatendo
nada. Tudo está vindo embalado na movimentação moralizante. E o diálogo dentro do PMDB?
O PMDB não discute. Sou da bancada do Senado e ela não se reúne. Há uma ausência de projeto. Isso vem se intensificando nos últimos anos?
O
PDMB tem documentos magníficos. (A falta de diálogo) Foi parte da
captura do PMDB pelos empregos, pela fisiologia, com a parte corrompida
do PT. É o que eu digo: se esse pessoal que está no ministério é PMDB,
por que não tinha um apoio no diretório nacional? Chegaram pelos acordos
com o PT. Há uma vontade de poder, com um projeto capenga. A "Ponte
para o Futuro" causaria a maior crise social da história do Brasil.
Marcelo Camargo/Agência Brasil/Fotos Públicas
Michel Temer não está pensando no País, está pensando no poder, diz senador
Como seria um governo do PMDB?
Acho
que, sem uma proposta, seria um desastre igual ao está sendo o da
Dilma. O Temer deveria estar pensando no Brasil e ele está capturado por
aquele pessoal da extrema direita. Ideologicamente, ele está capturado,
está bancando esse projeto louco. Ele é vice-presidente da República e
está pensando no poder. Ele acredita que aquele seja um projeto
nacional, mas não é, é um desastre nacional.
Estamos no caminho de
uma crise. Com Temer, sem Temer, com Dilma, sem Dilma e não há um
projeto nacional. A reunião do PMDB foi uma piada. Saímos do governo e
não tiveram coragem para colocar em discussão a Ponte para o Futuro,
porque acho que, mesmo lá naquela farsa, não passava. Aquilo foi uma
piada. E terminou com Padilha, Jucá e Cunha de mãos dadas para cima,
para o alto e para a glória. Não é o PMDB em que eu entrei, muito tempo
atrás. O senhor pensa em desfiliar-se?
Eu
não! Acho que a briga é dentro do partido. Sou uma frente de
resistência, desde que nasci. Não tenho outras opções melhores. Você não
propõe que eu vá para o PT, né?
Carro de funerária capota e corpos que eram transportados ficam na rodovia, na PB
De acordo com testemunhas, o motorista
teria perdido o controle do carro e capotado, mas ele não estaria ferido
Foto: Reprodução/Diário do Sertão
Corpos transportados foram lançados na estrada
O carro de uma funerária capotou na
manhã desta sexta-feira (1º) e dois corpos que eram transportados no veículo
foram lançados na rodovia. O acidente ocorreu nas imediações do açude Mufumbo,
por volta do km 430 da BR-230, em Pombal, a km de João Pessoa.
A Polícia
Rodoviária Federal (PRF) em informou aoPortal Correioque
não tem muitos detalhes da ocorrência porque as equipes ainda estão no local.
De acordo com testemunhas, o motorista teria perdido o controle do carro e
capotado, mas ele não estaria ferido.