terça-feira, 26 de agosto de 2014

Em favor da ética na política, OAB realiza ato cívico com candidatos ao governo

Em favor da ética na política, OAB realiza ato cívico com candidatos ao governo

 

Cumprindo seu papel de entidade que visa promover a formação da cidadania, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO), por meio da Escola Superior de Advocacia de Rondônia (ESA/RO), realiza o ato cívico pela “Ética na Política e contra a Corrupção Eleitoral”. O evento acontece nesta terça-feira , 26 de agosto, no auditório da Ordem às 19h.

Durante reunião coordenada pelo diretor geral da ESA, Rochilmer Mello da Rocha Filho, o diretor executivo da ESA, Eduardo Abílio Diniz e o presidente da Comissão Especial Eleitoral Juacy dos Santos Loura Júnior, ocorrida na quarta-feira (20), representantes dos cinco candidatos ao governo do estado aprovaram o formato do ato e confirmaram a presença dos postulantes ao cargo no evento.
Durante a reunião ficou acordado, por exemplo, que os candidatos vão dispor de um tempo para se apresentar e falar brevemente sobre suas principais propostas para administrar o estado. Também ficou consignado que cada candidato vai receber vinte e cinco senhas para seus convidados acessarem o auditório principal da OAB, sem a utilização de cartazes, bandeiras ou outro material de divulgação da campanha.
Segundo o diretor geral da ESA, Rochilmer Mello, os candidatos responderão a questionamentos que serão elaboradas por entidades escolhidas pela Ordem e aprovadas por seus representantes, ficando definido da seguinte forma: Saúde Pública – Cremero, Educação Pública – UNIR, Segurança Pública – OAB, Infraestrutura – CREA e Cidadania – OAB.
“Ao final, todos devem assinar o Termo de Compromisso com a sociedade de Rondônia pela ética na política”, destacou Rochilmer Mello, que ao seu ver é a garantia da entidade de que os candidatos cumpram as propostas.
Para melhor aproveitamento do evento, que historicamente reúne um grande número de pessoas, a coordenação disponibilizará a transmissão do ato em um telão com áudio e vídeo no plenário com capacidade para 100 lugares, e no pátio externo da Ordem.
O presidente da OAB/RO, Andrey Cavalcante, ao destacar o papel histórico que a Ordem desempenha na defesa da sociedade civil afirmou que atos como este servem para ratificar o compromisso da entidade em favor da sociedade.
“Estimular campanhas limpas, permeadas por condutas éticas e responsáveis, com o compromisso dos candidatos, visa garantir a oportunidade para que os eleitores conheçam um pouco mais das intenções dos candidatos e possam escolher de forma transparente seus representantes”, pontua.

Fonte: OAB/RO


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Candidata a presidente sofre acidente de trânsito em Porto Alegre


Candidata à Presidência pelo PSOL cumpre agenda na capital desde sexta


Foto: Agência Câmara
Luciana Genro sofreu acidente de trânsito
Luciana Genro sofreu acidente de trânsito
A candidata à Presidência da República pelo PSOL, Luciana Genro, sofreu um acidente de trânsito sem gravidade nesta segunda-feira (25) em Porto Alegre. Ela está na capital gaúcha para cumprir agenda desde sexta-feira (22), segundo o assessor da campanha. No seu perfil oficial do Twitter, ela relatou o ocorrido e disse que não ficou ferida.
"Antes que a informação saia e gere preocupações: tive um pequeno acidente de carro mas não me machuquei. Estava dirigindo o carro do meu marido e outro carro passou no sinal vermelho e me bateu. Por sorte ninguém se machucou", escreveu.
Segundo a candidata, o motorista do outro carro estava sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). "Estou com pena do senhor que me bateu. Ele estava sem habilitação. Poderia ter sido grave. O carro do meu marido ficou destruído na frente. Graças ao cinto de segurança não me machuquei. Tenho verdadeiro pavor do trânsito!", concluiu.
A Empresa Pública de Transporte e Circulação não informa dados dos acidentes.
Candidata à Presidência da República pelo PSOL sofreu acidente de carro em Porto Alegre (Foto: Reprodução/Twitter)

De todo modo, espero que a onda passe e que o destino do país não seja definido pelo cadáver de alguém que não havia se explicado o suficiente em vida. É isso.

247 - O blogueiro neoconservador Reinaldo Azevedo publicou, nesta segunda-feira, uma espécie de manifesto contra Marina Silva. Segundo ele, que é alinhado ao PSDB, nem a reeleição da presidente Dilma Rousseff justificaria a adesão de parte do tucanato ao projeto marinista, que seria o "voo cego de um avião sem dono". Leia abaixo:
Por que jamais votaria em Marina Silva — nem que ela viesse a disputar o segundo turno com Dilma. Ou: Voo cego de um avião sem dono
Jamais votaria em Marina Silva. Já expus aqui alguns dos meus motivos. E também na minha coluna de sexta na Folha. Vou avançar. Desde que me ocupo da política, como jornalista, meu esforço é para tirá-la do terreno da mitologia e trazê-la para o da razão — inclusive o da razão pratica. “Poderia votar em Dilma contra Marina, Reinaldo?” Também é impossível. Os petistas me incluíram numa lista negra de jornalistas. Eles querem a minha cabeça e, se pudessem, pediriam a meus patrões que me botassem na rua. Desconfio até que já tenha pedido — não sei. Mas não levaram. Não sou suicida. Não me ofereço àqueles que se pretendem meus feitores. Mas, reitero, nem tudo o que não é PT me serve — e Marina não me serve. Mais: acho que alguns de seus ditos “conselheiros” estão perdendo o juízo e querendo se comportar como os Catões da República. Já chego lá.
Os cardeais da papisa
Marina Silva não é candidata a presidente da República, mas a papisa de uma seita herética — e suas heresias são praticadas contra a democracia representativa. Ela não concede entrevistas. Seus cardeais falam por ela. À Folha, quem garantiu a independência do Banco Central foi Maria Alice Setúbal. Já expliquei e insisto: se o sócio de um grande banco viesse a fazer tal promessa como porta-voz do tucano Aécio Neves ou da petista Dilma Rousseff, nós, da imprensa, não perdoaríamos o deslize. Como se trata de Marina, parece evidência de sabedoria. Tenham paciência! Banqueiros não podem fazer política? Podem e devem. Mas convém não misturar carne com leite nessas coisas. E ponto.
Na Folha desta segunda, mais um cardeal do “marinismo”, Eduardo Giannetti, fala em nome de Marina. Também ele acena para os mercados com a independência do Banco Central, mas o centro de sua entrevista é outro: quer a conciliação política “dos bons”, entendem? Marina, diz ele, pretende governar com o apoio de Lula e de FHC. Ninguém lhe perguntou — e não sei se vão perguntar — por que não se fez antes se é tão fácil. A rigor, em todos os conflitos do mundo, dos mais amenos aos mais sangrentos, sempre se poderia fazer esta indagação: “Por que não, então, juntar os opostos, juntar os litigantes?”
Giannetti teve uma ideia que poderia, enfim, ter evitado todas as guerras, até a de Troia, como num poema de Mário Faustino: “Estava lá Aquiles, que abraçava/ Enfim Heitor, secreto personagem/ Do sonho que na tenda o torturava”. No seu mundo, como no do poema, Saul não briga com Davi, os seteiros não matam Sebastião, e o “Deus crucificado” beija uma segunda vez o enforcado (Judas). Pode ser literatura. Pode ser religião. Uma coisa é certa: política não é.
Há mais: Giannetti resolveu, em sua entrevista, todas as dificuldades e só ficou com as facilidades. Imaginar que PT e PSDB possam estar juntos num governo implica ignorar, logo de cara, o fato de que esses partidos têm vocações e fundamentos que são inconciliáveis. Se o ideário, hoje, dos tucanos é um tanto nebuloso aqui e ali — especialmente na área de valores —, os do PT são muito claros. Ora, ora, ora… Então Marina Silva, a Puríssima, não aceita nem mesmo subir no palanque com Geraldo Alckmin ou com Beto Richa — acordos feitos por Eduardo Campos —, mas aquele que se candidata a ser seu orientador intelectual (já que diz não querer cargo caso ela se eleja) sonha com um governo que possa unir… Aquiles e Heitor. Giannetti é uma pessoa lida, que tem experiência com as palavras. Uma tolice dita por ele parece de qualidade superior à dita por um petista tosco qualquer. Mas é apenas isto: uma tolice dita com charme.
O PMDB
E o homem vai adiante. O sonho de Giannetti — que não me parece muito distante, mutatis mutandis, de todos aqueles que sonharam com um Rei Filósofo, com um Déspota Filósofo… — é juntar os bons de um lado para isolar os maus de outro. Ele pega carona na fácil demonização do PMDB. Dá a entender que essa é a força que tem de ficar do outro lado da trincheira. Marina, então, seria eleita pelo PSB, com o apoio de FHC e Lula e outras almas superiores do Congresso, uma conspiração dos éticos se formaria e pronto! Tudo estaria resolvido. Tao fácil que a gente lamenta que tantos estúpidos não tenham pensado nisso antes, né?
É mesmo? Será que o PMDB, ao longo da história, tem sido só um problema? Então vamos ver. Marina Silva apoia o Decreto 8.243, aquele que nem é exatamente de Dilma, mas de Gilberto Carvalho. No horizonte da turma que defende esse lixo autoritário, está, inclusive, o controle da imprensa, sim, senhores!, por conselhos populares. Marina não vê mal nenhum nisso porque, afinal, já deixou claro, não dá bola para partidos ou para instâncias formais de representação. O PMDB pode não ser exatamente um convento de freiras dos pés descalços, mas lembro que o partido, em seu congresso, apoiou uma das mais claras e fortes resoluções contra qualquer forma de censura à imprensa. Sugerir que o PMDB atrapalha a democracia ou a torna ingovernável é mais do que um erro; é uma mentira.
O avião
Hoje é dia 25 de agosto. Eduardo Campos morreu no dia 13. Até agora, ninguém sabe a quem pertence o avião. Marina, que voou muitas vezes naquele jatinho e que herda, pois, os instrumentos aos quais recorreu o PSB para fazer campanha, se nega a falar do assunto, como se ele não lhe dissesse respeito. Diz, sim!
Quem se pronunciou foi Beto Albuquerque, candidato a vice. Curiosamente, cobra explicações da Polícia Federal. Como? Aquele que era um dos homens mais próximos do presidenciável morto está exigindo respostas em vez de dá-las? O PSB, vejam vocês, inventou o avião sem dono.
Marina, a mais ética entre os éticos, não aceita doação, no caixa um — o oficial e registrado — de empresas disso e daquilo, mas faz ares de santa da floresta quando se questiona a quem pertencia um jatinho que custava alguns milhões. É essa a “nova política” de que tanto se fala? Vamos ver o que vem por aí: candidaturas e mandatos já foram cassados por muito menos. Que se apure tudo, mas há um cheiro fortíssimo de caixa dois na campanha, não é mesmo?
Messianismo
Marina carrega nas tintas de uma espécie de messianismo pós-moderno, assim, meio holístico-maluco-beleza. A VEJA desta semana a traz na capa. A reportagem, qualquer um pode constatar, não lhe é nada hostil. A figura desenhada nas páginas chega a ser simpática. Um trecho, no entanto, chamou especialmente a minha atenção.
No dia 18, 30 membros da Rede se reuniram em São Paulo para discutir a morte de Campos. Debate político? Claro que não! Isso é coisa superada. Era um papo de outra natureza. Depois de cada um dizer o que sentia, eles se dividiram em trios para escrever palavras para confortar… Marina!!! É, gente… Na Rede — que Giannetti quer ver no governo com o apoio de Lula e FHC —, não existem vitoriosos e derrotados quando se debate uma ideia. Há um troço chamado “consenso progressivo”. A exemplo do Cassino do Chacrinha, a reunião “só acaba quando termina” — e todos ganham. Em maio, para definir os dois porta-vozes da Rede, eles ficaram reunidos por 18 horas. Tinha de ser um homem e uma mulher para contemplar as diferenças de gênero… Tenham paciência!
Conheço gente que já frequentou esse círculo de iniciados. A coisa parece ser mesmo do balacobaco. Marina é o Pablo Capilé da floresta, e sua Rede lembra, em muitos aspectos, o tal grupo Fora do Eixo. As pessoas lhe dedicam um silêncio reverente e estão certas de que ela mantém mesmo uma certa comunicação com entes que não estão exatamente entre nós.
Estou fora
Não caio nessa, sob pretexto nenhum — nem mesmo “para tirar o PT de lá”. Na democracia, voto útil é voto inútil. Se Deus me submetesse à provação — espero que não aconteça — de ter de escolher entre Dilma e Marina, escolheria gloriosamente “nenhuma”! Se a turma do coquetel Molotov estava sem candidata e agora encontrou a sua, eu, que sou um partidário da democracia representativa e das instituições democráticas, deixarei claro, nessa hipótese, que estarei sem candidato no segundo turno. Mas torço e até rezo para que o Brasil seja poupado.
De resto, vou insistir numa questão: Marina Silva é governo no Acre há 16 anos. Seu marido deixou um cargo no secretariado de Tião Viana na semana passada. Mas a sua turma está lá, aboletada na gestão petista. Digam-me cá: quando Viana, seu aliado, começou a despachar haitianos para São Paulo, de uma maneira indigna, escandalosa, Marina disse exatamente o quê, além de nada? Qualquer bagre teria merecido dela mais atenção! Pareceu-me uma reação muito pouco caridosa a sua.
E não tenho como esquecer o fato de que, há menos de dois anos, Marina estava lutando por um Código Florestal que iria reduzir a área plantada no país. Como alternativa para seu desatino, ela tirava das dobras de seus numerosos xales um certo “ganho de produtividade” que compensaria a perda. Propunha isso, com o desassombro e a retórica caudalosa de sempre, como se o Brasil não tivesse hoje uma agricultura e uma pecuária entre as mais produtivas do mundo. Do mesmo modo, incentivou a crítica verdolengo-obscurantista a Belo Monte, num país que enfrenta escassez de energia.
Marina Silva? Não! Muito obrigado! Não quero! “Ah, mas ela pode ser eleita e fazer um grande governo…” É, tudo pode acontecer. Não tenho bola de cristal. Quando voto, levo em conta o passado dos candidatos, suas utopias, suas prefigurações, sua visão de mundo, o apreço que têm pela democracia, a factibilidade de suas propostas.
Se eu tivesse alguma dúvida — já não tinha —, ela teria se dissipado com a entrevista concedida por Giannetti nesta segunda: Marina quer governar com o apoio de FHC e Lula… Então tá! É até possível que os dois, por elegância ou sei lá o quê, venham a dizer que, se isso acontecer, tudo bem. Ocorre que o Brasil não é um país comandado por aqueles líderes de clãs do Afeganistão. O Brasil sofreu um bocado para ter uma democracia gerida por partidos e por instituições. Ainda não chegou a hora de sermos um Brasilstão, governado por uma santa rodeada de conselheiros de fino trato. Isso nada tem a ver com democracia. Isso é só mais um delírio de intelectuais, ainda e sempre os mais suscetíveis às tentações autoritárias.
Os idiotas que acham que sou antipetista a ponto de votar até num sapo se o PT estiver do outro lado nunca entenderam direito o que penso. Em dilemas que são de natureza moral, não havendo o ótimo, a obrigação é escolher o caminho menos danoso. Na democracia, felizmente, temos a possibilidade de recusar o ruim e o pior.
De todo modo, espero que a onda passe e que o destino do país não seja definido pelo cadáver de alguém que não havia se explicado o suficiente em vida. É isso.
#prontofalei

Quatro presos mortos e dois guardas reféns num motim no Brasil

Quatro presos mortos e dois guardas reféns num motim no Brasil

Quatro presos mortos e dois guardas reféns num motim no Brasil

Pelo menos quatro presos morreram, dois deles decapitados, num motim numa prisão do Estado brasileiro do Paraná. De acordo com as autoridades brasileiras, dois guardas foram feitos reféns e dois outros presos ficaram feridos. A polícia militar cercou o edifício.
 

Os amotinados ocuparam o telhado da prisão, para onde levaram os reféns
 
A rebelião na Penitenciária Estadual de Cascavel, no oeste do Paraná, começou quando um dos guardas prisionais, que se preparava para distribuir o pequeno-almoço, foi tomado como refém.
O motim envolve cerca de 800 dos 1040 reclusos da prisão, que reivindicam melhores condições de alimentação e higiene, adiantou Jairo Ferreira, advogado dos agentes penitenciários.
Os reclusos queixam-se ainda do estado das infraestruturas prisionais e reclamam o fim de supostos abusos e atos violentos por parte dos guardas.
Os amotinados ocuparam o telhado da prisão, para onde levaram os reféns e onde pegaram fogo a vários colchões e exibindo cartazes com a sigla PCC, referindo-se ao Primeiro Comando da Capital, organização criminosa comandada a partir das prisões do país.
Os amotinados lançaram três pessoas do telhado de um dos pavilhões da prisão, com uma altura de 15 metros, mas desconhece-se o seu estado.

EUA: Base militar de Fort Lee esteve em «lockdown» por tiroteio, ordem já foi restabelecida

EUA: Base militar de Fort Lee esteve em «lockdown» por tiroteio, ordem já foi restabelecida

EUA: Base militar de Fort Lee esteve em «lockdown» por tiroteio, ordem já foi restabelecida

A base militar de Fort Lee, na Virgínia, esteve encerrada esta segunda-feira na sequência de um tiroteio nas instalações, mas a ordem já foi restabelecida, anunciaram fontes militares.

Os responsáveis do Fort Lee Combined Arms Support Center (CASCOM) activaram o protocolo de «lockdown» (encerramento de emergência) devido à presença de «um atirador activo nas redondezas», segundo a imprensa norte-americana.
O oficial de operações de Fort Lee, Steven Baker, confirmou nos primeiros momentos ao The Wire, via telefone, que «o incidente ainda estava a decorrer», sem especificar se o suspeito era conhecido do pessoal da base, ou se havia feridos.
A ocorrência foi relatada pela própria base militar através da sua conta no Twitter. Mais tarde, a mesma fonte anunciou que já tinha sido emitido o aviso de «ordem restabelecida» através do Facebook.

Sismo de 6.0 registado na Califórnia

Sismo de 6.0 registado na Califórnia

Sismo de 6.0 registado na Califórnia

Um sismo de magnitude 6.0 foi registado esta manhã no estado norte-americano da Califórnia, informou o serviço geológico do país, que não tem registo de vítimas ou danos materiais graves.

O sismo foi sentido pelas 03:20 locais (11:20 de Lisboa) e a uma profundidade de 10,8 quilómetros.
Residentes das cidades de São Francisco e Davis relataram a situação imediatamente na rede social Twitter, assinalou a agência AFP.
Diário Digital / Lusa

Explosão em shopping de Brasília deixa dois feridos e Asa Norte sem energia

Explosão em shopping de Brasília deixa dois feridos e Asa Norte sem energia

Curto-circuito no Conjunto Nacional interrompe distribuição de eletricidade na Asa Norte. Um funcionário da CEB teve 90% do corpo queimado
Ariadne Sakkis - Correio Braziliense
Publicação: 25/08/2014 12:18 Atualização:
Testemunhas disseram que havia clientes no centro comercial na hora da explosão (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Testemunhas disseram que havia clientes no centro comercial na hora da explosão
Dois funcionários da Companhia Energética de Brasília (CEB) ficaram feridos após uma explosão nde um gerador da empresa na manhã desta segunda-feira. Além dos ferimentos - um deles com 90% do corpo queimado, outro com 13% - , a pane provocou o desligamento de linhas de distribuição de energia da Estação 3 da Asa Norte. Com isso, o centro comercial e algumas áreas do bairro estão sem energia.

A explosão ocorreu enquanto um funcionário fazia manutenção na estação transformadora do shopping Conjunto Nacional, no Setor de Diversões Norte, quando ocorreu um curto-circuito. Segundo o tenente coronel Luciano Guimarães, do Corpo de Bombeiros, uma perícia deve determinar as causas do acidente. A corporação encaminhou os feridos para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Testemunhas disseram que já havia clientes na hora da explosão. E a fumaça rapidamente começou a entrar no prédio. Algumas lojas fecharam as portas e o local, na garagem, está interditado. Apesar disso, o alarme de incêndio não disparou, nem houve correria.

A Companhia Energética de Brasília (CEB), por sua vez, recebeu o comunicado do problema por volta de 10h. Segundo a assessoria de comunicação do órgão, servidores estão no Conjunto Nacional para tentar identificar as causas do curto e restabelecer a eletricidade nas zonas afetadas, com exceção do shopping

Mais de 84 mil eleitores pedem para votar em trânsito no 1º turno

Mais de 84 mil eleitores pedem para votar em trânsito no 1º turno

Nas eleições de outubro deste ano, 84.418 eleitores solicitaram à Justiça Eleitoral habilitação para votar em trânsito no primeiro turno e 79.513 para um eventual segundo turno. O prazo para requerer se iniciou no dia 15 de julho e terminou nessa quinta-feira (21).
A modalidade, que só permite o voto para presidente e vice-presidente da República, possibilita que o eleitor que esteja fora do seu domicílio eleitoral vote em outro local, mesmo sem ter solicitado a transferência do título.
São Paulo é o estado que registrou mais pedidos de eleitores interessados em votar fora do seu domicílio eleitoral, com 18.727 no primeiro turno e 17.597 no segundo. Minas Gerais e Rio Grande do Sul aparecem logo atrás. 12.104 mineiros solicitaram voto em trânsito para o dia 5 de outubro e 11.583 para o dia 26 de outubro. Já 6.805 gaúchos pediram para votar em outra localidade no primeiro turno e 6.378 numa eventual segunda parte das eleições.
Na outra ponta dos estados com menos solicitações para a modalidade do voto em trânsito aparece o Amapá, com 146 requerimentos de habilitação no primeiro turno e 146 no segundo. Roraima também registra uma baixa procura pelo voto em trânsito nos dois turnos da eleição, com 147 e 139 respectivamente. Os eleitores do Acre também estão entre os que menos procuraram a Justiça Eleitoral para votar em outra localidade, com 208, no primeiro turno, e 205 na segunda etapa das eleições.
São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os estados mais procurados pelos eleitores que vão votar fora de seu domicílio eleitoral. Em São Paulo são 24.679 e 23.393 pedidos de eleitores no primeiro e segundo turnos. No Rio, serão 7.538, no primeiro, e 7.117 na segunda etapa. E em Minas Gerais, o número de solicitações para votar no estado foi de 6.933 e 6.493, em cada turno.
O Acre foi o estado menos procurado, com apenas 285 eleitores interessados no primeiro turno e 267 no segundo, seguido do Amapá com 312 e 287, respectivamente, e Roraima com 489 e 467 em cada etapa das eleições.
Para votar em trânsito é preciso que o eleitor esteja com a situação regular no cadastro eleitoral e apresente um documento oficial com foto. Uma vez cadastrado nessa modalidade, o eleitor ficará automaticamente apto a votar no local onde informou que estará no dia do pleito, mas será desabilitado para votar na sua seção de origem.

Novidade
Nestas eleições gerais, não só as capitais estarão aptas a oferecer a modalidade de voto em trânsito, mas também os municípios com mais de 200 mil eleitores, totalizando 92 cidades brasileiras. A novidade foi implantada pela Resolução TSE nº 23.399/2013, que dispõe sobre os atos preparatórios para as eleições.
Nas eleições gerais de 2010, essa possibilidade ficou restrita às capitais. Naquele ano, 80.419 eleitores registraram o pedido para votar em trânsito no primeiro turno e 76.458 no segundo turno.
Localidades
Ficará a cargo dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) registrarem as seções especiais e os locais onde serão instaladas as urnas para o voto em trânsito, nas respectivas capitais dos estados e nos municípios com mais de 200 mil eleitores. A seção destinada à recepção do voto deverá conter no mínimo 50 e no máximo 600 eleitores.
Quando o número mínimo não for atingido, os eleitores habilitados deverão ser informados da impossibilidade de votar por meio dessa modalidade no município por eles indicado. Nesse caso, ficará cancelada a habilitação dos eleitores para votar em trânsito e eles deverão justificar a ausência ou votar na seção de origem.
Fonte: TSE

Ministério da Educação diz não ter dados unificados sobre violência escolar


25 de Agosto de 2014
Quando o assunto é a violência dentro das salas de aula, não parece haver consenso sobre suas principais causas.
Professores, diretores de escolas, alunos e especialistas em educação ouvidos pela reportagem da BBC Brasil apontam para direções diversas, sugerindo que agressões contra educadores seriam fruto do histórico familiar dos alunos, da falta de políticas públicas e policiamento e também de professores mal preparados — e até mesmo agressivos.
A violência em sala de aula contra professores foi um dos temas destacados por internautas em posts de Facebook e no Twitter como um dos que deveria receber mais atenção por parte dos candidatos presidenciais, em uma consulta promovida pelo #salasocial, o projeto da BBC Brasil que usa as redes sociais como fonte de histórias originais.
Enquanto ninguém fala a mesma língua, o MEC (Ministério da Educação) diz não ter dados unificados sobre a violência escolar.
Confrontado pela reportagem, porém, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão ligado ao ministério, reconheceu que o tema faz parte da Prova Brasil — avaliação nacional com respostas voluntárias de professores, alunos e diretores. Os últimos dados, de 2011, foram tabulados a pedido da BBC Brasil.
Os resultados apontam que um terço dos professores que responderam ao teste disse ter sido agredido verbalmente por alunos. Um em cada dez afirmou ter sofrido ameaças. Aproximadamente um a cada 50 apanhou de estudantes.
"É simplista culpar crianças e adolescentes por tudo o que acontece", alerta a socióloga Miriam Abramovay, pesquisadora do tema com passagens pela Unesco, Banco Mundial e Unicef.
"A escola tem culpa, porque se isola das comunidades e não se atualiza. E os professores têm péssima formação, simplesmente não conseguem, e muitas vezes nem tentam, conquistar os alunos", diz. "No fim, todos são vítimas."
Descompasso
Para pesquisadora, a desvalorização do ensino resumiria este descompasso. "A estrutura das escolas parou no século 19, os professores dão aulas como no século 20 e os alunos, sempre conectados, vivem no século 21", diz.
Ela diz que as escolas vivem um "processo de abertura" há 50 anos.
"Se antes havia pouco espaço para as classes populares, hoje a escola se massificou. Todos entram - nem sempre continuam, mas entram. Mas a relação professor–aluno não mudou nada nesse meio tempo e os educadores não sabem lidar com esse novo interlocutor, que antes estava na rua, do lado de fora", diz.
Abramovay diz que a violência não é consequência direta do entorno. "Há escolas em bairros tremendamente violentos que têm resultados satisfatórios. E colégios particulares, ricos, com problemas enormes", observa.
A pesquisadora aponta o trabalho participativo, envolvendo pais e alunos na construção de regras e do currículo escolar, como caminho para reduzir a resistência e a agressividade.
"Os muros das escolas não são simbólicos", afirma. "Eles são reais, ninguém penetra ali. Assim, a escola não é nem protegida, nem protetora", diz.
O educador Jorge Werthein, presidente da Unesco no Brasil entre 1996 e 2005, também diz que a escola "precisa ser acolhedora" e critica a formação dos colegas.
"Diferente do médico, que faz residência, a maioria dos professores que se forma não tem nenhuma experiência em sala. Só pisam lá no primeiro dia, encontram coisas que nunca viveram e não sabem lidar", diz.
Para Wherthein, os educadores precisam se dar conta "da violência que eles próprios exercem sobre os alunos".
"Perseguição, homofobia e exageros nas repreensões" seriam exemplos. "Outra agressão simbólica é o abismo tecnológico que existe entre professores e alunos", diz.
Celular
Com um olho no smartphone e outro no repórter, os alunos entrevistados parecem concordar com a avaliação.
"Parece que eles vivem fora do tempo. O professor pede para a gente copiar a lição do quadro, mas eu podia tirar uma foto com o celular e prestar atenção no que ele diz", reclamou uma estudante da 8º ano de uma escola em Diadema, ao sul de São Paulo.
A seu lado, espinhas no rosto e sorriso tímido, um adolescente do ensino médio completa. "Sei que celular pode atrapalhar. Não é para usar Facebook e Whatsapp na aula. Mas quando ajuda, por que não, né?", questiona.
Eles reconhecem que as agressões são constantes.
"Na semana passada a professora chamou a atenção de um aluno bagunceiro e ele perguntou se ela não tinha medo de morrer. Ela deu risada e continuou passando a lição", contou uma estudante do 1º ano do ensino médio.
"Tem brigas combinadas também. Os alunos fingem estar dando porrada para o professor vir separar e apanhar também", completou.
Professores ouvidos pela reportagem disseram que a escola, hoje, seria "um espaço de conflito".
"Os professores não são santos que caíram do céu e vêm educar com toda a candura. Sempre que passo pelo pátio me chamam de vagabunda. O educador tenta legitimar a sua autoridade, não consegue, e aí revida", disse uma ex-professora da rede pública, que não quis se identificar.
Eleições
Para Wherthein, é uma tradição que a violência contra professores e alunos não faça parte da agenda dos principais candidatos a cargos políticos.
"A agenda da educação é genérica. 'A educação é importante'... 'Vamos aumentar os investimentos e a carga horária'... 'País bom é país educado'. Nunca nada é objetivo", critica.
O pesquisador afirma que o cotidiano das escolas, ponto crucial na discussão, passa à margem do discurso político.
"Educação e segurança estão sempre no topo das preocupações do eleitorado. Mas os candidatos não entenderam que há cruzamento entre estes temas. Num país como o Brasil, com taxas de morte tão altas (somos um país sem guerra), os conflitos são resolvidos sempre de forma violenta. Dentro da escola inclusive. Então a violência na escola não é algo que vem só da vizinhança, das famílias, é algo que faz parte da nossa sociedade e aparece em todos os setores", diz.
Wherthein diz que uma "nova cultura da solução não-violenta de conflitos" deve ser construída dentro das escolas.

"O caminho não é, portanto, aumentar os mecanismos de repressão, mas aumentar a prevenção por meio da educação e da disseminação de uma cultura pacífica. Escolas e universidades têm que discutir violência! Só assim se transforma as coisas - e essa responsabilidade está nas mãos dos candidatos", afirma.
BBC Brasil

domingo, 24 de agosto de 2014

Ex-diretor da Petrobras faz acordo para sair da prisão

Ex-diretor da Petrobras faz acordo para sair da prisão

Ex-diretor da Petrobras é investigado na Operação Lava Jato | Foto: FolhapressCosta foi preso durante a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e é considerado fundamental para a total elucidação do caso devido aos contatos que mantinha
Ex-diretor da Petrobras é investigado na Operação Lava Jato | Foto: Folhapress
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou fazer um acordo de delação premiada nesta sexta-feira (22/8) para deixar a prisão. Costa foi preso durante a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e é considerado fundamental para a total elucidação do caso devido aos contatos que mantinha.
Ele foi indicado para a diretoria da Petrobras em 2004, pelo PP e manteve-se no cargo até 2012. Mantinha relações com pessoas ligadas ao PT, ao PMDB e às cúpulas das maiores empreiteiras do país. Costa chegou a afirmar que caso contasse à Justiça tudo o que sabe, não haveria eleições neste ano.
A advogada Beatriz Catta Preta foi enviada pela família de Costa a Curitiba para que ela possa analisar os termos do acordo. Especialista em delação premiada, ela cuidou dos casos de Raul Srour e Richard Andrew de Mol van Otterloo.
Costa é réu em um processe sob acusação de superfaturar contratos da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que já custou cerca de US$ 18,5 bilhões (R$ 42,2 bilhões). O doleiro Alberto Youssef foi preso junto com Costa acusado de lavagem de dinheiro.
Nesta sexta (22), a PF cumpriu 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva em continuidade à Operação Lava Jato, deflagrada no dia 17 de março deste ano. A ação faz parte da sexta fase da operação.
Todos os mandados estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro. As medidas foram requeridas à 13ª Vara Federal de Curitiba pelos integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal, em conjunto com a PF. O mandado de condução coercitiva é para que a pessoa seja ouvida em depoimento, mas não presa. Depois de ser ouvida, ela é liberada imediatamente.
A Operação Lava Jato tem por objetivo desarticular organizações criminosas envolvidas em esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar R$ 10 bilhões em diversos Estados.

Netanyahu informa que operações em Gaza vão continuar


Netanyahu informa que operações em Gaza vão continuar

O primeiro-ministro israelita informou, este domingo, que as operações militares na Faixa de Gaza vão continuar até que seja restaurada a segurança naquela zona. Esta manhã, dois palestinianos morreram na sequência de um raide israelita em Gaza.
Netanyahu informa que operações em Gaza vão continuar
 
foto JACK GUEZ/AFP
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelita
 
A operação lançada a 8 de julho para "proteger a fronteira vai continuar até que seja atingido o seu objetivo (...) o que pode levar algum tempo", disse Benjamin Netanyahu, em declarações transmitidas pela rádio pública local.
Esta manhã, duas pessoas morreram na sequência de um ataque aéreo israelita na Faixa de Gaza, ao 48.º dia de conflito, indicaram fontes dos serviços de emergência palestinianos.
As duas vítimas sucumbiram aos ferimentos infligidos pelos disparos israelitas que atingiram o lado oeste da cidade de Gaza cerca das 5 horas locais (3 horas em Lisboa). Cinco pessoas ficaram feridas.
Mais de 2.100 palestinianos morreram desde o arranque da ofensiva israelita contra o Hamas, a 8 de julho, segundo os serviços de emergência locais.
Do lado israelita, perderam a vida 64 soldados e quatro civis.




 

Menino de 8 anos morre atropelado por colheitadeira

Menino de 8 anos morre atropelado por colheitadeira

Criança havia insistido com pai para dar uma volta no equipamento

TARYNE ZOTTINO
Acidente aconteceu em propriedade rural na BR-163Acidente aconteceu em propriedade rural na BR-163
(Foto: Osvaldo Duarte/Dourados News)
Vinícius Rafael Gonzaga, de 8 anos, morreu atropelado por uma colheitadeira no fim da manhã deste domingo (24), em propriedade rural às margens da BR-163, sentido Dourados/Caarapó (MS). De acordo com a Polícia Civil, o menino caiu de cima do equipamento agrícola.
Segundo a família da criança, Vinícius passou a manhã insistindo para que o pai, um homem de 37 anos, fosse dar uma volta com ele no equipamento. Depois de muita insistência, o pai acabou cedendo.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas ao chegar ao local, a criança já estava morta. O caso será investigado.
(Com informações do Dourados News)

Três reféns são jogados do telhado durante rebelião na penitenciária de Cascavel

Três reféns são jogados do telhado durante rebelião na penitenciária de Cascavel

Informações extraoficiais dão conta de que já há pelo menos uma pessoa morta


No início da rebelião eles colocaram fogo no telhadoNo início da rebelião eles colocaram fogo no telhado
(Foto: catve.com)
Três reféns que eram mantidos pelos presos da Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC) desde as primeiras horas da manhã deste domingo (24) na rebelião, foram jogados de cima do telhado da unidade prisional. Não há informações se são agentes penitenciários ou outros presos.
A situação é grave: de um quarto refém os rebelados retiraram as calças e colocaram no pescoço dele ameaçando jogá-lo. Um quinto refém está com uma corda amarrada também no pescoço.
Informações extraoficiais dão conta de que já há pelo menos uma pessoa morta.
No início da rebelião eles colocaram fogo no telhado e agora também estão depredando o prédio.
Reforços de policiais militares do 6º BPM chegam a todo momento. O Pelotão do Choque está no local, mas a negociação é complicada. Os detentos reclamam de superlotação e exigem transferências.

O PAPEL DOS PARTIDOS POLÍTICOS.

O PAPEL DOS PARTIDOS POLÍTICOS.

Com o retorno da ex-senadora Marina Silva ao proscênio da vida política brasileira na disputa pela Presidência da República, está em debate a importância dos partidos na democracia representativa. Marina, em reunião com aliados no primeiro dia de candidata, insistiu no descrédito do que chama de “velha política” junto à opinião pública e ressaltou que a aliança que importa neste momento é com a sociedade, não com os partidos.
Em outra ocasião, disse que o presidente “não é propriedade de um partido. A sociedade está dizendo que quer se apropriar da política. E as lideranças políticas precisam entender que o Estado não é o partido, e o Estado não é o governo”. Sua velha amiga e agora coordenadora da campanha presidencial, Luiza Erundina, do PSB, fizera há algum tempo uma crítica a essa visão de Marina, que agora foi revivida na internet.
Erundina dizia, em síntese, que Marina, embora seja “uma pessoa maravilhosa”, “entra no senso comum da sociedade do ponto de vista de negar a política, de negar o partido. Tanto é que (criou) uma Rede, não partido. Acho que isso desorganiza, deseduca politicamente. Não há política e não há democracia sem partidos. Pode ser um partido dentro da concepção do que ela defende, mas não negando o partido, não negando a política”.

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Boatos de casos de Ebola no Brasil são falsos, diz MS.

Boatos de casos de Ebola no Brasil são falsos, diz MS.

"O Ebola ainda não chegou no Brasil. Não há suspeitos de terem contraído o vírus. Muito menos casos confirmados", diz Ministério da Saúde.
Depois que a epidemia passou a estampar as páginas dos portais de notícias, uma série de boatos de que o vírus teria chegado ao país começou a correr pela internet.
Em Belo Horizonte, um paciente de 78 anos que chegou do continente africano foi internato com tosse. O boato de que ele estaria infectado se espalhou, mas ele estava com pneumonia. Outro boato diz que o primeiro caso de Ebola estaria confirmado no Maranhão. O último deles, relativo a supostos casos no Rio de Janeiro, está sendo espalhado via WhatsApp.
Ministério desmente boatos sobre casos de Ebola no Brasil.
Com relação aos boatos que estão circulando nas redes sociais e por meio do aplicativo Whatsapp sobre Ebola, o Ministério da Saúde esclarece que não há caso suspeito ou confirmado da doença no Brasil. Vale ressaltar que o risco de transmissão para o país é considerado baixo. De acordo com os dados oficiais divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os países acometidos pelo surto do vírus Ebola são Guiné, Libéria e Serra Leoa, todos situados na África Ocidental.
O Ministério da Saúde recebe, diariamente, informações da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a situação de circulação de vírus no mundo, inclusive o Ebola, além de quaisquer outras situações que possam se caracterizar como emergência de saúde pública. Como a doença é transmitida pelo contato direto com sangue, secreções, órgãos e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, a transmissão para outros continentes é considerada como pouco provável. A OMS não recomenda quaisquer medidas que restrinjam o comércio ou o fluxo de pessoas com os países afetados.

Jornalista Foley foi decapitado por suposto membro inglês do Isis.

Membros da Aeronáutica e do Regimento Especial de Reconhecimento foram enviados pelo Reino Unido nas últimas 48 horas para uma operação que pode levar à captura do executor do jornalista norte-americano James Foley, decapitado por jihadistas do grupo Estado Islâmico (Isis), publicou a imprensa local neste domingo (24).    
De acordo com o jornal britânico "Sunday Times",  os serviços de inteligência de Londres estão perto de identificar o executor de Foley, após análises do vídeo em que um jihadista do Isis aparece decapitando o norte-americano. O autor da execução seria um cidadão britânico, que é conhecido pelo apelido de "John".    
Apesar das autoridades não terem divulgado o nome do executor, a imprensa local indica que o principal suspeito é Abdel Majed Abdel Bary, um ex-rapper londrino de 23 anos que deixou a casa de sua família em um elegante bairro da capital, no ano passado, para combater ao lado de jihadistas na Síria e no Iraque. Os serviços de inteligência utilizaram sofisticados softwares de reconhecimento de voz, além de sistemas de mapeamento de território, para chegar até o suposto executor. No vídeo divulgado pelo Isis para anunciar a morte de Foley, o jihadista fala em inglês, com um forte sotaque britânico. 
De acordo com jornal "The Guardian", o executor faz parte de um grupo de jihadistas britânicos conhecidos como "The Beatles".  Um ex-refém disse ao diário que o grupo é responsável pela gestão de prisioneiros internacionais. Em declarações ao jornal "Sunday Times", o ministro britânico das Relações Exteriores, Philip Hammond, prometeu "intensificar os esforços para monitorar, seguir, interceptar e prender quem comete atos terroristas no exterior e volta para a Inglaterra". "Devemos pará-los e impedir que continuem deixando o país para combater na Síria ou no Iraque", disse, por sua vez, a ministra britânica do Interior, Theresa May, em um artigo publicado neste domingo pelo jornal "Daily Telegraph". "Devemos usar todos os meios que as leis permitem para conseguir isso", destacou. O Isis  divulgou no último dia 19 o vídeo com a morte de Foley, que estava desaparecido há dois anos. As imagens chocaram o mundo e fizeram países da Europa e os Estados Unidos articularem ofensivas contra o grupo islâmico, que tenta formar um califado.

sábado, 23 de agosto de 2014

Médico brasileiro fala sobre combate ao Ebola

Médico brasileiro fala sobre combate ao Ebola

Paulo Reis conta sobre a rotina de tratamento dos infectados com o vírus na África Ocidental

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirma que 783 pessoas já foram infectadas com o vírus Ebola em Serra Leoa. É onde estava Paulo Reis, médico brasileiro que trabalha com a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) desde 2005. Ele afirma que as equipes que têm atuado no combate ao Ebola nos países da África Ocidental estão sobrecarregadas.
Paulo Reis é considerado hoje um dos médicos mais experientes no tratamento do vírus. O médico está em outros dois projetos de MSF de Ebola e no tratamento de Marburg, febre hemorrágica com sintomas semelhantes ao Ebola e que também exige isolamento.
Paulo Reis integra a organização Médicos sem Fronteiras
Paulo Reis integra a organização Médicos sem Fronteiras
Em entrevista na sede da organização na última quinta-feira (21), Paulo afirma que "uma das diferenças entre essa epidemia em relação às outras é que ela se espalhou por uma grande extensão geográfica o que dificulta o seu controle, porque para combater o Ebola, além do atendimento médico, é preciso acompanhar as pessoas que tiveram contato com os pacientes para evitar que a doença se alastre e fazer um trabalho intenso de educação com a população"
Paulo estava trabalhando no centro de tratamento de Ebola estabelecido por MSF em Kailahun, leste de Serra Leoa, para onde voltará no fim de agosto, depois de algumas semanas no Brasil.
Quando Paulo deixou Kailahun, a instalação contava com 80 leitos, e essa capacidade está sendo expandida para 88. Hoje, o centro de tratamento de Kailahun é o segundo maior centro de atendimento a pacientes com Ebola gerido por MSF - o maior tem 120 leitos e acaba de ser aberto na Monróvia, capital da Libéria. Localizado a cerca de 420 quilômetros da capital, Freetown, o centro fica em uma região de floresta e recebe uma média de 20 pacientes por dia, metade deles casos confirmados de Ebola. "É um desafio muito grande atender entre cinco e dez novos pacientes de Ebola por dia".
Paulo conta que para entrar em um centro de tratamento de Ebola, os médicos têm que vestir uma roupa de proteção impermeável que cobre todo o corpo, inclusive o rosto. "Dentro do macacão, com luvas, botas, óculos, a temperatura pode ultrapassar os 40°C. Nessas condições, conseguimos fazer um atendimento, em média, de 40 minutos", conta Reis. "Para evitar que algum erro seja cometido, trabalhamos sempre em dupla, assim cuidamos uns dos outros."
Segundo o MSF, na Guiné, a epidemia está estabilizada, mas na Libéria, assim com em Serra Leoa, a situação está se deteriorando rapidamente. Nesses três países, MSF realiza a maior operação de sua história na resposta ao Ebola, com a mobilização de 1.086 profissionais nacionais e internacionais. Mais de 1.300 pacientes foram atendidos pela organização.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), considerando esses três países da África Ocidental e a Nigéria, já são 1.460 casos confirmados de Ebola e 805 mortes.

Interpol emite alerta de busca para Larissa Sacco, mulher de Abdelmassih


Interpol emite alerta de busca para Larissa Sacco, mulher de Abdelmassih

Larissa Sacco mulher do ex médico Roger Abdelmassih Interpol emite alerta de busca para Larissa Sacco, mulher de Abdelmassih
Larissa Sacco, mulher do ex-médico Roger Abdelmassih – Foto: Reprodução/TV Globo
A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), no Brasil, emitiu um alerta chamado Difusão Azul, para busca e localização de Larissa Sacco, mulher o ex-médico Roger Abdelmassih. Ele foi preso em uma operação da Senad paraguaia em conjunto com a Polícia Federal brasileira na terça-feira (19) e, desde então, ela e seus dois filhos gêmeos não foram mais vistos no Paraguai.
“A motivação da Difusão Azul é pela ajuda a um delinquente. Esta é a razão do comunicado da Interpol, que veio de Brasília nesta quinta-feira [21]. É preciso esclarecer que não se trata da Difusão Vermelha, pois o objetivo não é prender Larissa, apenas temos de encontrá-la e informar o paradeiro dela e dos filhos às autoridades paraguaias e brasileiras”, disse Francisco Javier Cristaldo Gomez, comissário da Interpol no Paraguai.
Ele afirmou ao G1 que há duas possibilidades reais sobre o paradeiro de Larissa. A primeira é a de que ela tenha permanecido no Paraguai, sob guarida de alguma pessoa. A outra é a de que ela tenha passado ou esteja tentando passar pelas fronteiras secas entre Paraguai e Brasil. “Acreditamos em duas hipóteses: a de que ela ainda esteja no interior do país, em cidades como Pedro Juan Caballero, Ponta Porã e até Cidade del Leste. O objetivo seria passar para o Brasil pelas fronteiras secas. A outra é a de que ela já possa ter passado para o lado brasileiro”.
Cristaldo disse que pediu ajuda à Polícia Federal do Brasil para vigiar as fronteiras, às polícias rodoviárias dos dois países para monitorar a passagem de um carro com as características da que Larissa e Abdelmassih usavam para transportar as crianças, um Kia Carnival, já que a Mercedes Benz do casal ficou na casa, em Assunção.
“Passamos várias informações para todas as autoridades que possam estar nos possíveis caminhos, rotas de saída do país. Se a localização dela for certa, não a prenderemos, apenas a monitoraremos e passaremos as informações sobre o encontro para a Interpol. Repito, isso não é um mandado de prisão. Ela não será presa”, esclareceu Cristaldo.
Prisão do ex-médico
O ex-médico foi preso na terça-feira (19) em Assunção. Ele foi expulso e cumpre pena em Tremembé, no interior de São Paulo. Abdelmassih tem 70 anos e era considerado um dos principais especialistas em reprodução humana no Brasil. Ele foi condenado pela Justiça a 278 anos de reclusão pelos crimes de estupro e atentado violento ao pudor contra pacientes.
Família de Larissa defende Abdelmassih
O pai e a irmã da mulher de Roger Abdelmassih afirmaram que acreditam na inocência do ex-médico. Moradores de Jaboticabal, no interior do estado de São Paulo, os parentes da ex-procuradora Larissa Maria Sacco afirmaram haver “mentiras” e “absurdos” nas acusações de estupros e abusos que levaram à condenação de Abdelmassih.
Ao G1, o pai de Larissa, Vicente Sacco, foi enfático. “Tem muita mentira”, afirmou. Maria Cândida, irmã mais velha de Larissa, revelou que Larissa não permanecerá no Paraguai. “Lá ela não vai ficar. Nem ela sabe ainda (para onde irá)”, explicou.
De acordo com Maria Cândida, sua família está muito abalada com a prisão de Roger e os desdobramentos do caso. “Nós estamos muito cansados, há tempos já, passando por uma situação nada agradável para nós, de exposição da família, que não tinha nada a ver, só o que fizeram com a gente em função disso”, explicou.
A irmã de Larissa disse não acreditar nos depoimentos das vítimas do ex-médico. A família tem acompanhado as notícias, segundo ela, incrédula. Mas por ora, não deseja se posicionar. “Nós temos nossas certezas também e essas mulheres falando absurdos que a gente escuta, tem coisa que a gente dá risada. Não queremos falar porque não vai adiantar nada. Estamos emocionados, está difícil”, disse ela.
Para Maria Cândida, Roger Abdelmassih não cometeu nenhum crime. “Nós acreditamos na inocência. No nível que estão falando das coisas é um absurdo. Isso é um absurdo. Nós não acreditamos em nada disso porque nós conhecemos a pessoa”.
Questionada se a família pretende visitar Roger na Penitenciária Tremembé, no interior de São Paulo, Maria Cândida rebateu: “E por que não? Agora é tudo muito recente, não vamos tomar atitude nenhuma.”
Investigação
Nesta quinta (21), o diretor de Imigração do Paraguai, Jorge Kronawetter, disse que a suspeita é que ela tenha usado documentos falsos. “Temos uma certeza, que é a de que Roger Abdelmassih nunca entrou no Paraguai com esse nome. Não há registro da entrada dele de maneira legal no país. Ainda não temos em mãos o documento com o nome que ele usou para entrar e nem como ele entrou no país, mas não foi legalmente. Por isso ele foi expulso, pois o governo paraguaio não é conivente com a permanência de pessoas ilegalmente aqui, seja ele criminoso ou não em seu país de origem”, disse Kronawetter.
O diretor de Imigração disse que a investigação que seguirá a partir de agora será integrada entre várias instituições paraguaias. “Caberá ao Ministério Público apurar a situação da mulher e dos filhos dele [Roger]. Como já temos certeza de que ele entrou ilegalmente, é muito provável que a família dele tenha feito a mesma coisa, que tenham entrado ilegalmente no Paraguai. Com o nome original ele não entrou no país”.
A investigação vai permitir, por exemplo, saber se Roger Abdelmassih cometeu outros crimes no Paraguai. “Não temos certeza ainda como Larissa Sacco entrou no país, mas é muito provável que ela tenha usado a mesma estratégia do marido. Se eles usaram documento falso, isso tem uma consequência jurídica, que é a expulsão do país. Se eles usaram documentos falsos para abrir ou movimentar contas bancárias, eles poderão responder por lavagem de dinheiro. Se a primeira hipótese se confirmar [uso de documentos falsos], os filhos e a mulher dele seguramente poderão ser expulsos”, disse Kronawetter.
Rede de contatos
Para conseguir viver no anonimato, ostentando luxo e desfrutando de conforto, o brasileiro contava com apoio de uma rede local de proteção que incluiu políticos, policiais corruptos e até dirigentes internacionais de futebol, segundo o ministro antidrogas do Paraguai, Luis Alberto Rojas.
Apesar de ter feito o apontamento, a autoridade local não quis revelar nomes para não atrapalhar as investigações, que agora deverão ser comandadas pelo Ministério Público do Paraguai e pelo órgão responsável pela imigração do país.
Essa influência de Abdelmassih fez com que ele pudesse passar três anos no Paraguai sem ser incomodado, principalmente pela polícia do país. “Ainda não sabemos se esse apoio influente que ele tinha o ajudou a entrar no país, a permanecer no país como estava, a talvez usar documentos falsos. Isso ainda está sendo investigado, a mulher dele será chamada para prestar depoimento sobre os documentos dos filhos, dela e do próprio Roger”, disse Rojas.
Segundo a investigação do governo paraguaio, Abdelmassih levava vida de luxo, tinha babás, cozinheira, enfermeira, chofer, seguranças, frequentava restaurantes caros e exclusivos com a mulher e usava o nome Ricardo.
“A gente achava que ele era um embaixador brasileiro ou um empresário milionário. Ele se mudou para essa casa há três anos, foi quando começou a ter movimento na casa. Eles trocavam de empregados de dois em dois meses”, disse um dos moradores, vizinho de calçada.
Rojas também afirmou que Abdelmassih morava em uma casa luxuosa em um bairro nobre da capital paraguaia, pela qual pagava um aluguel de US$ 2,5 mil. “Para muita gente ele se identificou como empresário do ramo de investimento em projetos sociais”, disse o ministro parauaio. O ex-médico usava o nome Ricardo.
Um dos automóveis era um Mercedes modelo E 350, em nome de Juan Gabriel Cortaza. A polícia informa que o carro foi vendido, mas não foi transferido por Abdelmassih. Já para os filhos, havia num Kia Carnival modelo 2012, em nome da empresa Gala Import e Export S/A.
O ex-médico era monitorado por uma equipe da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad) e da Polícia Federal brasileira há oito dias.  Abdelmassih foi preso quando saía de um estabelecimento comercial, no bairro Villa Morrá, em Assunção, às 14h30. Ele estava acompanhado da mulher.
 G1 – Globo

Ataque aéreo de Israel mata uma família inteira


Ataque aéreo de Israel mata uma família inteiraAtaque aéreo de Israel mata uma família inteira

por LusaHoje19 comentários
Fotografia © Reuters
Cinco pessoas da mesma família morreram, incluindo duas mulheres e duas crianças, num ataque aéreo israelita a uma casa no centro de Gaza, disseram hoje fontes médicas locais.
Os serviços de emergência tinham inicialmente indicado que o ataque perpetrado antes do amanhecer em Al-Zawayda tinham provocado três mortos e cinco feridos, mas posteriormente informaram que dois feridos tinham morrido, noticia a agência noticiosa AFP.
Os médicos do Hospital Al-Aqsa, em Deir al-Balah, afirmaram que os cinco mortos são da mesma família: um pai de 28 anos, uma mãe de 26, os dois filhos, com idades entre os três e os quatro anos, e uma tia de 45 anos.
O exército israelita avançou ter realizado cerca de 20 ataques aéreos sobre a Faixa de Gaza nesta madrugada e que três foguetes ou morteiros atingiram o sul do país, junto da fronteira de Gaza.
Pelo menos 2.095 palestinos morreram desde 08 de julho, dos quais a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 70% sejam civis, e 68 israelitas, quatro deles soldados.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Relator inclui em MP prazo até 2018 para municípios acabarem com lixões

Relator inclui em MP prazo até 2018 para municípios acabarem com lixões

O relatório da Medida Provisória 649/14, apresentado pelo deputado André Moura (PSC-SE) no início de agosto, pretende ampliar até 2018 o prazo para as cidades acabarem com os seus lixões. A data limite encerrou-se em 2 de agosto deste ano, sem que a maioria dos municípios tenha instalado aterros sanitários para a destinação adequada dos resíduos sólidos. Além desse tema, a diminuição de impostos sobre armas e mudanças na legislação de energia elétrica são outros pontos incluídos pelo deputado no relatório, que poderá ser votado pela comissão mista que analisa a MP durante o esforço concentrado dos dias 2 e 3 de setembro.
O aumento do prazo para o fim dos lixões é reivindicação de vários prefeitos, que temem a aplicação de multas previstas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10). André Moura diz que os prazos precisam ser ampliados diante da “omissão” do governo federal quanto ao apoio técnico e financeiro aos estados e municípios. “Certamente contribuiu para os atrasos até aqui verificados”, afirma.

Fornecido Por Cotação do Euro